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Nos acompanhe nessa jornada.

O Poder do Agora

Os seres humanos têm uma forma bastante peculiar de ver a vida. A maioria de nós imagina a vida como uma linha reta, que vai do nascimento até a morte. O momento atual é apenas um ponto que vai se deslocando, cada vez mais longe do nascimento, cada vez mais próximo da morte.

No livro O Poder do Agora, o autor Eckhart Tolle argumenta que essa é uma maneira extremamente equivocada de ver a vida. E que esse é um dos grandes motivos para o sofrimento.

A ideia defendida por Tolle – que encontra ressonância em muitas filosofias orientais antigas, como o budismo – é que a vida é somente o ponto. Não existe a linha reta.

Você pode ter um ataque cardíaco agora e cair morto antes mesmo de terminar de ler este post. Embora conscientemente saibamos disso, não é assim que agimos. Agimos quase sempre como se estivéssemos caminhando na imaginária linha reta.

Eckhart Tolle defende que absolutamente nada existe fora do momento presente. Nem nós mesmos existimos. O passado é apenas uma série de lembranças e o futuro apenas uma série de expectativas.

O Poder do Agora, de Eckhart Tolle

Os pobres e o céu

Ao ler o livro, lembrei-me de trechos de ensinamentos católicos que tive na infância. Um do qual sempre fui bastante crítico foi um dos ensinamentos de Mateus, que dizia “Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu”.

A ideia implícita, na minha interpretação, é que devemos nos contentar com o sofrimento presente para recolher alguma recompensa no futuro.

Isso pode ser aplicado tanto para passar uma vida toda em sofrimento para, depois de morto, desfrutar as maravilhas do céu quanto para um atleta que treina durante quatro anos para obter alguns minutos de recompensa ao conquistar uma medalha em uma olimpíada.

E não é assim que a maioria de nós vive a vida?

Como podemos achar normal perdermos o crescimento de nossos próprios filhos enquanto estamos enfiados no escritório, garantindo um “futuro tranquilo”? De onde vem nossa certeza de que esse futuro realmente existe e que nós estaremos nele?

A prática

Praticar o agora não é algo simples, porque estamos condicionados durante toda nossa existência para encarar a vida como a linha reta que vai do nascimento à morte. Todo o sistema econômico e cultural no qual estamos inseridos enxerga a vida dessa maneira.

No livro, o autor sugere a prática da meditação como uma maneira de treinar sua mente para estar presente na maior parte do tempo.

Outra prática seria você rever toda sua estratégia de vida. Se você deseja experimentar alguma coisa em sua vida, ela deve existir de alguma forma no momento presente.

Em um exemplo clássico, se você quer ter riqueza e liberdade, economizar centavos e trabalhar 18 horas por dia não formam uma boa estratégia. Pois embora seja um caminho para conseguir riqueza e liberdade no futuro, você não sabe se estará lá no futuro. Se tudo o que você tem é o momento presente, não deve sacrificar riqueza e liberdade para conquistar riqueza e liberdade.

Qual o sentido de trabalhar para criar um futuro de riqueza e liberdade se a sua realidade presente é justamente o oposto disso?

Apegar-se a ideias de um futuro ideal, acreditando que um dia tudo estará bem, é um caminho certeiro para diminuir o seu prazer de aproveitar o momento presente.

Projetos de longo prazo

Toda a teoria é bonita, mas como aplicá-la em projetos de longo prazo?

Por mais que queiramos, há inúmeros itens em nossas vidas que precisam ser planejados e pensados para o futuro.

Essa é uma questão que o livro O Poder do Agora não aborda de uma forma satisfatória, no meu ponto de vista. Por isso, deixo aqui minha contribuição, baseando-se em outro livro, A Arte de Fazer Acontecer, em que a metodologia GTD é ensinada.

A verdade é que nenhum de nós consegue executar um projeto de longo prazo. Você não pode perder 15 quilos. Você pode apenas comer menos e melhor na sua próxima refeição. Você não pode construir uma casa. Você pode apenas colocar mais um tijolo. Você não pode abrir uma grande empresa. Você pode apenas ir na junta comercial e registrar seu CNPJ.

Um projeto de longo prazo nada mais é do que uma série de pequenas ações concatenadas. E as pequenas ações, a menor unidade realizável, são executadas justamente no momento presente.

Se focarmos nas pequenas ações como um raio laser, totalmente presentes no momento atual, derrubaremos uma a uma, até que o nosso projeto de longo prazo esteja concluído. Isso é a suprema simplicidade e a melhor maneira de não nos sentirmos sobrecarregados. Construir uma casa pode parecer algo difícil, mas colocar um tijolo a mais na parede é bastante simples.

O que é a vida? A vida é aquilo que passa enquanto estamos fazendo planos. – John Lennon

Esse, no final, é o principal argumento de Tolle no livro O Poder do Agora: ao focarmos no momento presente, estamos desfrutando do melhor da vida ao mesmo tempo em que construímos nosso futuro, se ele existir. Da maneira tradicional, nós ficamos focando no futuro, esperando que tudo um dia esteja bem, enquanto vamos perdendo o que vai acontecendo no momento presente, o único que existe em nossas vidas.

Somos Unos

Bom Dia Pessoas

No jardim da vida, regue com amor e carinho as pessoas que te cercam pra colher flores em forma se sorrisos…

Haribô

Um dia cheio de amor e paz pra todos vocês, e lembrem-se, somos unos com o universo, todos somos um e cada um fazemos parte do todo, cuidem um do outro, cuidem dos animaizinhos e dos mais fracos…cuidem da nossa mãe terra…

Vida, doce vida…

Novamente nos aproximamos do inverno,  o clima gelado e úmido de Campo largo já mostra a sua cara. Ainda é outono, mas já temos muitos dias chuvosos e  cinzentos nos quais a vontade de sair da cama não é uma máxima verdadeira.

Ao amanhecer vamos despertando lentamente e iniciando um dia que prometia ser preguiçoso, neblina, garoa gelada, cama quentinha e logo vem um cafezinho fresquinho feito com grãos selecionados de um arábica pra lá de aromático, passado na cafeteira italiana com todo cuidado que só os amantes de um bom café são capazes de compreender, acompanhado dos tradicionais ovos mexidos sem o requinte das omeletes franceses mas com uma pitada de muito amor e  carregados até a cama em um bandeja lotada de carinho, refletido na arrumação singela  mas cuidadosamente bem organizada em que aquele pratinho redondo, em amarelo ouro para que a nossa  humaninha de quatro patas possa nos acompanhar no dejejum, completa o cenário.

 

 

Enquanto degustamos o café no aconchego da nossa cama coloco-me a pensar sobre as razões que nos fizeram chegar até aqui, como viemos viver em um trailer e o quanto isso tem refletido no nosso crescimento como seres humanos mas especialmente como seres espirituais que somos.

Desde que decidimos viver em um trailer, todo dia é uma nova descoberta, um novo chamado a reflexão. A cada pôr  do sol que apreciamos enquanto tomamos nosso chimarrão sentados de pés descalços na imensidão de grama verdinha, cada vez que sentimos  a  chuva suave caindo e nos fazendo  diminuir o ritmo ou ainda a cada pessoa  que constantemente cruzam nosso caminhos vão nos deixando lições  preciosas.  Vamos descobrindo aos poucos que o dinheiro é preciso, mas que não podemos ser escravos dele e como dizia o poeta, é preciso dizer a ele quem é que manda em quem. É preciso fazer o que amamos, mas principalmente amarmos tudo o que fazemos, nem sempre as tarefas são as mais agradáveis, mas sermos gratos por podermos executá-las nos dá a dimensão da dádiva de estarmos aqui vivos, com saúde perfeita para podermos seguir sempre em frente.

E é essa vontade de seguirmos descobrindo o mundo, especialmente esse mundo que esta imerso no mais profundo do nosso ser, a matriz divina, o código da vida, a alma, a luz que só se revela aos buscadores incansáveis de si mesmos que nos impulsiona a sair da cama aconchegante e ir de encontro aos nossos sonhos. Então em um sobressalto pulamos para a vida e vamos trabalhar no nosso novo projeto, o nosso micro motorhome. Sim parece estranho pois já temos um trailer, mas quem acompanha nosso Blog e nossas redes sociais sabem que enfrentamos vários imprevistos mas que cada um deles, veio na hora que tinha que vir,  e como pessoas que entendemos que na vida tudo há o momento certo, fomos nos adaptando, criando, mudando e agora vamos concluir mais uma etapa do nosso projeto, e ao adaptar a camionete como um carro de apoio, não iremos mais precisar da barraca e  com isso ganharemos mobilidade e agilidade em nossas expedições selvagens, sem falar na segurança em relação a cobras e outros animais com os quais acabamos cruzando pelo caminho.

E assim a vida vai ganhando cor, sorrisos,  experiências, SENTIDO.

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Na nossa Fan Page (link abaixo), você poderá curtir a página e seguir-nos, assim poderá visualizar os vídeos que iremos postar da transformação da carroceria da camionete em um micro motorhome, lá citaremos sobre materiais usados e valores gastos para que você também se anime  ao ver que é possível encontrar soluções simples e viáveis para você realizar o teu sonho de colocar os pés, quero dizer, as rodinhas na estrada.

Nos acompanhe nessa jornada.

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Mantenha-se saudável na estrada

Alimentação Paleolítica.

Dando continuidade ao Assunto Alimentação Paleolítica (Alimentação Saudável), vamos falar mais um pouco sobre manter-se saudável ainda que você esteja viajando e não seja muito adpto a fazer seu próprio alimento.

É comum encontrarmos com pessoas que viajam muito ou até que vivem a vida na estrada (como nós), e a grande maioria desses nossos amigos não dão muita importância ao que colocam em suas bocas, muitos em razão da praticidade da vida moderna enchem os armários de seus trailer, vans, kombi, motorhome, barracas ou seja lá que meios usem para viajar, com muita bolacha, pão, margarina, sucos em caixa, achocolatados, caixas e mais caixas de leite, e todo tipo de porcaria que enche a barriga mas não alimenta o corpo, em razão da dita praticidade.

Quando falamos que nossa alimentação é natural, logo vem a pergunta: mas o que vocês comem?

Simples, tudo o que a natureza nos fornece e de preferência que não tenha havido interferência (processamento) humano.

Ao invés de comermos pão comemos ovos mexidos, nosso café é em grãos batido na hora e tomado sem açúcar ou leite, em resumo, quando vamos ao super mercado as únicas sessões em que passamos são das frutas, verduras, ovos e carnes, e lá encontramos tudo, exatamente tudo o que nosso corpo precisa, o resto nós dispensamos. Há, e também frequentamos muito casa de produtos naturais, lá encontramos chia, linhaça, quinoa, canela, cravo, açafrão da terra (cúrcuma), chás diversos, e mais umas coisinhas que usamos no dia a dia.

Pode Comer a vontade.

  • Carne (de preferência vinda de animais que pastam, e não de alimentados com ração/grãos)
  • Peixe e frutos do mar (que não sejam de cativeiro)
  • Frutas frescas (sempre coma a fruta, não faça sucos pois muda a estrutura do alimento)
  • Vegetais frescos
  • Ovos
  • Nozes e sementes
  • Óleos saudáveis (azeite de oliva prensado a frio e consumido frio, óleo de coco, banha de porco)

X Não Pode Comer se a intenção for Perda de Peso

  • Grãos e cereais
  • Leguminosas (como feijão)
  • Tubérculos (como batata-doce, inhame e mandioca)

X Não Pode Comer (ALIMENTOS PROIBIDOS!)

  • Leite e laticínios
  • Açúcar refinado
  • Alimentos industrializados de qualquer espécie
  • Óleos vegetais refinados (óleo de soja, milho, girassol, canola, margarina)
  • Doces, frituras feitas com óleos refinados
  • Gorduras hidrogenadas
  • Glúten

Por Que a Dieta Paleolítica Funciona?

Aprenda por que a dieta paleo funciona mesmo!

A dieta paleolítica funciona porque ela:

  1. Elimina ou restringe da sua dieta fontes de inflamação e alergia
  2. Promove o controle da glicose e insulina no sangue (reduz a resistência à insulina)
  3. Melhora a digestão e absorção dos alimentos (e fortalece sua flora intestinal)
  4. Altamente nutritiva, sacia mais com menos calorias

Essas quatro características da DP fazem as pessoas perderem peso com facilidade, além de melhorar vários marcadores de saúde.

Ainda há poucos estudos científicos sobre a dieta paleo, mas os que já foram publicados mostram ótimo potencial desse tipo de alimentação para emagrecimento, redução de glicemia e redução de riscos de doenças cardíacas,

Como Testar a Dieta Paleo em 3 Passos Fáceis?

Começar na dieta paleolítica é mais fácil do que você pensa

Faça o teste por pelo menos 30 dias. E depois conte para a gente o que aconteceu nos comentários! Queremos ouvir sua história.

Passo #1 – Engatinhando

Diga adeus aos pães e massas na dieta paleo

Para começar na dieta paleo, o primeiro passo é eliminar, cortar ou reduzir ao máximo 3 coisas da sua vida:

  • Açúcar refinado
  • Farinha de trigo
  • Óleos vegetais poli insaturados (óleo de soja, óleo de girassol, óleo de canola, margarina)

Basicamente isso significa parar de comer fritura, pão, massa, doces e refrigerantes.

Isso também vai fazer você parar de consumir tranqueiras que vêm caixa e são compradas nas gôndolas de supermercado.

Cortando estes três elementos, mesmo que você não mude mais nada já vai emagrecer rápido e sua saúde vai melhorar.

Eliminar essas coisas do cardápio pode parecer simples, mas sabemos que não é fácil. Por isso, vale o esforço no começo, porque os resultados desses cortes chegam rápido.

Nos próximos posts sobre o assunto vamos falar de alguns recursos que usamos para tirar agrotóxico de alimentos, as suplementações que fazemos e as melhoras que tivemos em nossas vidas após as mudanças.

Venham conosco e vamos fazer e seja você também um fator de mudança para você e para o mundo.

Roda Quadrada…

RODA QUADRADA…

Roda o quê?

Quadrada?

Não, não e não….

Quadrada mesmo são as mentes pequenas que ouvem e repetem como papagaios um conceito tosco e pejorativo que surgiu no Brasil  logo após a mudança de legislação de trânsito ocorrida em 1997. Há, você assustou-se pois achou que esse conceito sempre existiu?

É Cara Pálida, quero mesmo  que você um ser pensante como acredito que deveria ser, pare para se questionar quanto preconceito existe nessas  duas, aparentemente inocentes palavras significam para quem as ouve. Há, e não se assuste com minha repentina mudança de tom e se o post parecer menos cordial e carinhoso como o habitual, mas o assunto requer um balde de água fria, afinal trailer é que nem bunda, cada um usa o seu como melhor lhe convier.

Mas antes de te explicar o que pensam os “rodas quadradas” em relação aos  que se dizem “redondas” ou mesmo “ovais”, vou contar-lhes um pouquinho de história.

Desde muito jovem sempre adorei  acampar, mas nada de camping com toda infraestrutura, quanto mais selvagem o acampamento, mais me atraia a ideia. Conviver com a natureza, acordar com o canto dos pássaros ou com o som de uma cachoeira sempre me encantou e me ensinou que  o verdadeiro valor das coisas está naquilo que que nos preenche a alma, que nos enriquece como seres humanos e nos apequena diante da grandeza e da perfeição da natureza.

Com o tempo e a “maturidade”  vieram as reponsabilidades do cotidiano e a escravidão imposta pelo sistema,  se instaurou então a necessidade de trabalhar muitas e muitas horas por dia para comprar casa boa, carão, andar feito uma árvore de natal sempre com maquiagem impecável, unhas feitas, cremes até para as rugas que ainda nem nasceram e assim muitos anos se passaram, mas sempre com a sensação que o caminho trilhado estava errado, que algo muito significativo estava faltando. O desejo de percorrer o mundo, conhecer culturas, sujar o coturno de barro, fotografar pássaros, escrever sobre  as experiências culinária, jeito de vestir e viver das diferentes culturas sempre foi uma lacuna a ser preenchida, até que surgiu ele, o protagonista dessa história, que comprou um trailer meses antes de eu aparecer e invadir a vida dele para que juntos vivêssemos essas experiências e aprendizados.

Pois bem,  como toda mudança requer uma adaptação e preparação para acontecer, eis que resolvemos morar em um camping até que tudo estivesse 100% (impossível) resolvido, a ideia era ficar apenas 3 meses, mas os imprevistos  foram vários. Primeiro o carro clonado, depois de um ano para resolver veio o teste para puxar o trailer que não funcionou como deveria, aí tivemos que trocar o carro, junto com a troca do carro vão-se as reservas embora ainda tenham sobrado os anéis (por pouco), aí vem a necessidade de ficar mais um pouco até que tudo vá entrando nos eixos. Nisso se passaram quase dois anos, entretanto, essa demora não nos consome, ao contrário, é uma espera  que faz com que acordemos todos os dias com o canto dos pássaros, que possamos ver o entardecer tomando um chimarrão, nos dá tempo para ler nossos livros, escrever algumas linhas vez ou outra, fazer manutenções em nosso trailer/casa o deixando cada vez mais agradável de se viver, curtir os amigos do camping, e viver diariamente em um espaço verde de 66 mil metros quadrados que nos permite contemplar muitos pássaros, esquilos, cotias, lagartos e até gambazinhos.

Nesse tempo de espera, viajamos de barraca sempre que podemos, com  o trailer também embora seja com menos frequência. A decisão de vivermos em um camping, mesmo que pareça redundante, nos faz viver campistas 24 hs por dia, 365 dias por ano. Viajamos sempre que desejamos sem ter que esperar um feriadão prolongado, se desejamos passar 1 dia, 10 dias ou mais de um mês em algum lugar, nós simplesmente vamos.

Então para aqueles “quadrados” que chegam no camping e arrogantemente nos chamam de rodas quadradas saibam que esse termo surgiu, como citado no início deste post, após a mudança de legislação de trânsito ocorrida em 1997 que fez com que muitas pessoas, a maioria já com uma idade mais avançada não tivesse o interesse de adequar a carteira para uma nova categoria assim forçando muitos dos que tinham trailer rodando a encostarem, em alguns casos para sempre. Esses trailers em sua maioria viraram casas de veraneio ou de campo, na qual a família ia para passar poucos dias, sem que jamais o tirassem do local.

Com os anos foi-se criando um preconceito tosco e mesquinho com aqueles que optaram em viver no trailer (fato que não vemos ocorrendo com quem mora em motor home).  O que as mentes quadradas que possuem esse preconceito não entendem é que quem optou em viver no trailer normalmente são aqueles que já possui uma certa autonomia de tempo e dinheiro para fazer isso, pois o sistema de trabalho e escola de filhos escraviza a maioria que só podem viajar com o trailer uma ou duas vezes por ano e ainda assim quando muito ficam, dificilmente passam de 20 dias.

Muitos aqui no Brasil somente pegaram onda em um preconceito já existente nos EUA em relação a quem mora em trailer, mas sem analisarem as diferenças culturais que são maiores que um oceano.  Nos EUA é comum ter preconceito para quem vive em um trailer, mas lá a coisa é diferente, existem milhares de camping espalhados por todo país, alguns desses possuem mais de dois mil trailers, normalmente o dono dos trailers é o dono do terreno que loca esses espaços e por preços bem baixos, então, quem tem dificuldades para pagar um aluguel nos EUA opta em viver em um trailer, pois estes com o equipamento e mais o aluguel não sai mais que 600 dólares mensais e normalmente se tem  fila de espera para locação, entretanto, em alguns desses espaços há muita violência, uso de drogas, prostituição e os americanos têm lá as suas ressalvas por quem vive nesses espaços.

Há também camping só para pessoas idosas e camping de luxo, que são condomínios lindíssimos que oferecem toda infraestrutura  para se viver maravilhosamente bem, claro que o preço nesses locais são bem diferentes e por aí só já seleciona o seu público que é mais eletizado.

No Brasil o que ocorre é exatamente o contrário do que acontece nos EUA, quem opta em viver em um trailer normalmente já tem uma situação financeira estável   e esta (assim como nós) praticando o desapego, tentando viver de uma forma mais simples e principalmente  mais livre das convenções e prisões impostas pela sociedade. Pena que poucas pessoas já se deram conta desse estilo de vida, a maioria quer um trailer ou Motor home apenas para viagens eventuais, não perceberam ainda o quanto esse estilo de vida podem nos enriquecer culturalmente e especialmente, nos ajudar no desenvolvimento humano.

Sim, nós moramos em um trailer, sim nós não temos endereço fixo e nem compromissos com prazos e em breve menos ainda pois estaremos em uma viagem  pelo Brasil sem data para voltarmos, talvez nem voltemos mais. Iremos passar dois meses, seis, oito, 1 ano parados em alguma cidade do interiorzão, até transbordarmos com a cultura local, até conhecermos o povo, até escrevermos algumas linhas, até que a vontade de seguir em frente se faça prioridade, sem datas, sem calendário.

Então quadrados de plantão, a próxima vez que pensarem em chamar alguém de roda quadrada pense o quão otário essa pessoa deve estar imaginando que você é, afinal, quadrado mesmo é o teu preconceito tosco e mesquinho. Aproveite a oportunidade quando conhecer alguém que vive em um estilo de vida diferente do seu para aprender, para trocar experiências, para evoluir pois é isso que nós fazemos todos os dias da nossa existência.

Até a próxima.

 

NOSSA CASA, NOSSO QUINTAL, NOSSO ENTARDECER…

 

 

Reserva Ecológica Saltinho – Tijucas do Sul

Recanto Saltinho, localizado em Tijucas do sul é um local para ficar em harmonia com a natureza ouvindo o som espetacular da cachoeira que desce pelas pedras logo em frente ao restaurante cuja comida é feita com muito capricho. Para quem quiser passar finais de semana tem chalés para locação ou um Camping com toda infraestrutura, infelizmente não foi possível irmos com o Trailer pois as ruas que ficam internas na reserva são curvilíneas, de chão e muito esburacadas o que impossibilita o acesso, mas com carro de passeio é tranquilo.

O Parque Recanto Saltinho é o principal cartão postal do município de Tijucas do Sul, no Paraná. Localizado a aproximadamente 75 km de Curitiba-PR e 100 km de Joinville-SC, o parque conta com restaurante, espaço para eventos, churrasqueiras, camping, cachoeira e área para passeio em meio à natureza.

O espaço foi aberto ao público na década de 80 pelo falecido proprietário Seu Tito Gava. Nos anos 90, o Recanto Saltinho tornou-se um ponto turístico bastante conhecido, principalmente em Curitiba e Região Metropolitana. Hoje, o parque é administrado pela empresa Caminho Natural Alimentação e Lazer, pertencente a grandes amigos do Seu Tito Gava.

Além da beleza encantadora do lugar e a saborosa comida, o trabalho realizado em família e com colaboradores que estão há muitos anos no Recanto, fazem do Saltinho um lugar ideal para curtir com toda a família e amigos.

http://recantosaltinho.com.br/site/?page_id=23

 

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Natal no Palácio Avenida em Curitiba

Qual a pessoa que não ouviu falar do natal em Curitiba, ou natal do HSBC, no Palácio Avenida, o espetáculo acontece todos os anos em Curitba, desde o tempo do banco Bamerindus, que vem encantando e iluminado a todos que assistem,  no ano de 2009 foi o 19° acontecimento.

 

O banco HSBC vem realizando a festividade com a comunidade, onde 11 casas lares de Curitiba e região, mais de 150 crianças tem a oportunidade de mostrar seu talento, seu crescimento, a sua cultura e seu artístico, bem como a sua formação como cidadão na sociedade.

Todos os anos são apresentados temas diferentes, com queimas de fogos, e a cada ano Atores são trazidos para fazer parte do espetáculo,  não há como não sentir  a emoção do espírito natalino, onde mais de 200 mil pessoas passam pela  praça para assistir, o inicio as apresentações começam no final do mês de Novembro e vai até o final do mês de Dezembro, com o apoio de mais de 400 pessoas, sendo elas músicos, aderecistas, contra-regra, produtores, cantores, eletricistas, bombeiros, médicos, e voluntários que acompanham as crianças na hora da apresentação, para ser um voluntários segue o site para a inscrição, http://www.portaldovoluntariohsbc.com.br.

Várias músicas natalinas são encenadas e cantadas como, We wish you a merry Christmas. All you need is love (beatles), Então é natal, Noite Feliz, dentre outras, outros idiomas são cantadas também em espanhol, inglês, alemão, japonês.
Curitiba conta com uma infra-estrutura para receber turistas de todos os lugares envolvendo policiamento, segurança, transporte, vários hotéis na cidade que recebem os turistas.
Alguns hotéis estão localizados ao lado do Palácio Avenida, e o turista têm o privilegio de assistir do próprio hotel as apresentações.
O Palácio Avenida é um importante edifício histórico de Curitiba, a edificação foi datada em 1929, erguida pelo imigrante e comerciante sírio-libanês Feres Merhy .
Possui uma área de 18 mil metros quadrados,antigamente era  o cine avenida, cafés (Bar Guairacá).

No final da década de 1980 o Palácio Avenida atingiu seu ponto de maior degradação estrutural. Apenas sua fachada remanescia relativamente intacta, foi recuperado e reaberto pelo banco Bamerindus.
Depois houve a venda do banco Bamerindus e passou a ser o banco HSBC.
Hoje é a  atual agencia bancaria HSBC, espaço cultural, e teatro avenida.
E com suas janelas o Palácio Avenida nos da o prazer de assistir um  espetáculo natalino todos os anos, com muitas luzes e a alegria do natal.

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Pontos Históricos e Culturais em Curitiba

Neste pôster vamos colocar  dicas de alguns pontos  culturais em Curitiba que valem a pena dar uma passadinha pra conhecer.

TEATRO GUAÍRA

http://www.escoladedancateatroguaira.pr.gov.br/modules/video/showVideo.php?video=13358

teatro guaira

TEATRO LALA SCHNEIDER

http://www.teatrolala.com.br/?menu=sobre

Teatro Lala schinaider

CATEDRAL DE CURITIBA

Catedral

A Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz de Curitiba fica na Praça Tiradentes. É um dos mais importantes patrimônios culturais da Cidade. Construída de 1876 a 1893, em estilo neogótico, segundo o projeto do arquiteto francês Alphone de Plas. Ocupa o mesmo local da antiga matriz do século 17, bem como o da sua sucessora, construída em 1720.

Até 1892, a paróquia de Curitiba estava subordinada à Sé Primacial da Bahia. A antiga Igreja Matriz foi elevada à categoria de Catedral, em 27 de abril de 1892, com a criação da Diocese de Curitiba, pela bulaAd universas orbis ecclesias, do papa Leão XIII. A Diocese foi instituída em 30 de setembro de 1894, com a posse do primeiro bispo dom José de Camargo Barros. Em 10 de maio de 1926, foi elevada à categoria de Arquidiocese.

Como suas antecessoras, a Catedral é dedicada e abriga a imagem de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, Padroeira de Curitiba. É Catedral Basílica Menor desde 8 de setembro de 1993, quando completou 100 anos.

IGREJA DO ROSÁRIO DOS PRETOS

Igreja do Rosário

A atual Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos de São Benedito é uma construção de 1946, em estilo barroco. Construída no mesmo local da antiga igreja, demolida em 1931.

A primeira igreja do Rosário foi construída por escravos e para os escravos, inaugurada em 1737, em estilo colonial. Era a terceira igreja de Curitiba, depois da Matriz e da Igreja da Ordem. O nome original era Igreja de Nossa Senhora dos Pretos de São Benedito. Com a abolição da escravatura, a igreja perdeu sua razão original de ser. Serviu de matriz de 1875 a 1893, durante a construção da Catedral, na Praça Tiradentes.

Mais informações sobre cultura negra em Curitiba e o antigo templo►

Em 1951, foi confiada aos jesuítas. Na década de 1970, passou também a ser chamada de Santuário das Almas, onde se realiza com frequência missas de corpo presente.

A fachada atual ainda tem azulejos da igreja original. Seu interior abriga azulejos portugueses, com os Passos da Paixão, e o túmulo do Monsenhor Celso, antigo pároco de Curitiba, falecido em 1931.

Fica na Praça Garibaldi, Centro Histórico.

O PAÇO DA LIBERDADE

Paço da Liberdade

O antigo prédio do Paço Municipal foi restaurado e reinaugurado como Paço da Liberdade, em março de 2009.

Construído de 1914 a 1916 no antigo Largo do Mercado, segundo o projeto do engenheiro e prefeito Cândido de Abreu. O prédio do Paço Municipal foi sede da Prefeitura de Curitiba até 1969 e sede do Museu Paranaense, de 1973 a 2002.

O edifício histórico de arquitetura eclética, com elemento sart-nouveau, foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, em 1941. A restauração manteve todas as características externas do prédio.

O atual Paço da Liberdade é um centro cultural multifuncional administrado pelo SESC Paraná, que obteve a concessão da prefeitura municipal por 25 anos. As atividades culturais incluem cursos, exposições e palestras.

São quatro andares. O térreo possui sala para acesso livre a internetbiblioteca e o Café do Paço. O segundo andar tem sala de aula, o Cine Pensamento e o Laboratório de Artes Eletrônicas. O terceiro pavimento abriga ambientes para conferências, apresentações artísticas e gravações de bandas independentes. O último andar abriga o Espaço das Artes e o Estúdio Pedagógico.

A entrada principal fica na praça Generoso Marques. A entrada do Café do Paço é feita pela praça José Borges de Macedo, no Centro.

http://www.sescpr.com.br/unidades/sesc-paco-da-liberdade/

MUSEU DO EXPEDICIONÁRIO

Museu do Expedicionário

O Museu do Expedicionário, criado em 1946, ilustra a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial e, em especial, a participação dos soldados paranaenses.

Possui farto material histórico, incluindo muitas ilustrações, mapas, livros e documentos da época. Estão expostos vários materiais bélicos e armamentos utilizados na guerra pela Força Expedicionária Brasileira, pela Força Aérea Brasileira e pela Marinha de Guerra do Brasil.

O Museu do Expedicionário é  mantido pela Legião Paranaense do Expedicionário, órgão dos ex-combatentes  que serviram na Força Expedicionária Brasileira, durante a Segunda Grande Guerra.

Na Praça do Expedicionário, local onde fica o museu, estão expostos um tanque de guerra, um avião Thunderbolt e outros equipamentos de guerra utilizados no conflito mundial.

Fica na praça do Expedicionário, Alto da XV.

Universidade Federal do Paraná

UFPR

A UFPR foi criada em 04 dezembro de 1950, pela Lei nº 1.254, em um processo de federalização da antiga Universidade do Paraná, iniciado pelo baiano Clemente Mariani, o Ministro da Educação, na época.

A Universidade do Paraná era uma instituição estadual, fundada em 01 de abril de 1946. Foi a segunda instituição com o nome de universidade criada no Estado. Herdou as unidades da primeira Universidade do Paraná, uma instituição particular, fundada em dezembro de 1912, que começou a funcionar em março de 1913 e extinta antes de 1918, por não atender a requisitos legais da época. Suas unidades foram novamente reunidas quando da fundação da Universidade do Paraná, em 1946.

Localizada na Praça Santos Andrade.

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Universidade Livre do Meio Ambiente

A Universidade Livre do Meio Ambiente, Unilivre, é uma sociedade civil sem fins lucrativos. Um espaço para transferência de conhecimentos sobre o meio ambiente e ecologia, para a população. Uma referência em estudos de preservação de ecossistemas, economicamente sustentáveis.

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A Unilivre foi inaugurada em 1992, com a presença do oceanógrafo Jacques Cousteau. Posteriormente, foi declarada de utilidade pública por lei municipal (1993) e estadual (1996).

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Está encravada no Bosque Zaninelli, que possui 37 mil m². No local, havia uma pedreira explorada pela família Zaninelli, desativada em 1983. O bosque possui densa mata nativa, várias espécies de aves e um lago com de 8 metros de profundidade, onde existem carpas.

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A sede da Unilivre é basicamente uma torre de madeira que integra-se ao meio ambiente. Foi construída com troncos de eucalipto (vigas e pilares) e complementada com imbuia, cambará, cedro e vidro. Uma rampa em espiral dá acesso a salas de aula, escritório e um mirante de 25m. É um projeto do arquiteto Domingos Bongestabs, que também assina o projeto da Ópera de Arame.

Fica na rua Victor Benato, 210. Pilarzinho.

Site oficial: www.unilivre.org.br.

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Carta do ano 2070

Carta do ano 2070 – Advertência à Humanidade – Preservação da Água | Meio Ambiente

Cânion de Guartelá

 

Cânion Guartelá é um cânion brasileiro situado no planalto dos Campos Gerais, entre os municípios de CastroTibagi, no Paraná. É considerado um dos maiores cânions do mundo em extensão, o 6° mais longo do mundo e o mais longo do Brasil. O Cânion do Guartelá é uma garganta retilínea com cerca de 30 km de extensão e desnível máximo de 450 metros. Foi escavado pelo Rio Iapó, que pelo cânion consegue atravessar a Escarpa Devoniana, paredão que separa o Primeiro do Segundo Planalto Paranaense.[1] Em 1992 foi criado o Parque Estadual do Guartelá com o objetivo de assegurar a preservação do mesmo.[2] Continuar lendo Cânion de Guartelá

Parque Estadual Vila Velha

Considerado o principal atrativo Natural de ponta Grossa, esta Unidade de Conservação é composta por três principais elementoimagess: Arenitos, que são formações rochosas que apresentam formas variadas, como: a taça, o camelo, entre outras; Furnas, que se caracterizam por grandes crateras com vegetação exuberante e água no seu interior (lençol subterrâneo) e Lagoa Dourada que possui este nome porque ao pôr do sol suas águas ficam douradas.
O Parque Estadual de Vila Velha, que durante os anos de 2002 e 2004 esteve em processo de revitalização, teve algumas de suas áreas recuperadas. Todos os passeios são feitos por trilhas e acompanhados de guias do próprio parque.

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Tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado em 1966, abriga uma fauna variada: lobos-guará (já raros), jaguatiricas, quatis, gatos-do-mato, cachorros-do-mato, iraras, furão, catetos, veados, tatus, pica-paus, pombas, perdizes, tamanduás-bandeira e mirins, diversos tipos de aves, entre outros.

vila_velha5A responsabilidade administrativa do parque é do IAP (Instituto Ambiental do Paraná).
O acesso se dá pela rodovia BR 376 (Ponta Grossa -Curitiba), Km 28 a partir de Ponta Grossa, saída pela Av. Visconde de Mauá ( Oficinas) ou Av. Visconde de Taunay (Ronda).

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Observação: * Transporte coletivo para o Parque Estadual de Vila Velha no Terminal de Oficinas pela LINHA VILA VELHA. Para acesso ao Terminal de Oficinas pode-se pegar a Linha T. Central/ Oficinas no Terminal Central.

Horário de Visitação: 8h30 às 15h30.

* Fechado às terças-feira para manutenção.

Entrada:
– Brasileiros:        R$ 18,00 (Furnas, Arenitos e Lagoa Dourada)
R$ 8,00 (Furnas e Lagoa Dourada)
R$ 10,00 (Arenitos)
– Estrangeiros:    R$ 25,00 (Furnas, Arenitos e Lagoa Dourada)
R$ 10,00 (Furnas e Lagoa Dourada)
R$ 15,00 (Arenitos)
– Estudantes com carteirinha e residentes com comprovante de luz/água/ título de eleitor pagam MEIA-ENTRADA.
– Pessoas acima de 60 anos, crianças até 6 anos e portadores de necessidades especiais são ISENTOS DE TAXA DE ENTRADA.

Telefone: (0** 42) 3228-1138

**Obs:  Os preços acima eram da época dessa postagem, sendo que os mesmos podem estar desatualizados. Entre em contato com a administração do parque para maiores informações.

Bosque Alemão

Situado em uma área de fundo de vale com 38.000m2 no Jardim Schaffer, local onde no final do século passado a família que deu nome ao bairro era responsável por uma leiteria famosa na região, este bosque conta com equipamentos relacionados à cultura germânica, sendo assim uma homenagem do Prefeito Rafael Greca e da cidade de Curitiba à etnia que aqui se estabeleceu no século 19, a partir de 1833.

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Entre os equipamentos está o Oratório de Bach – réplica de uma igreja presbiteriana de estilo neogótico que existiu no bairro do Seminário- que abriga uma sala de concertos, lanchonete com produtos típicos, guarda municipal e sanitários.
Do jardim externo projeta-se a passarela ligada ao mirante, o qual está situado sobre a Torre dos Filósofos, uma torre com 15m de altura que, como os outros dois equipamentos, possui estrutura em troncos de eucalipto. Descendo a torre, chega-se ao Caminho dos Contos, uma trilha no interior do bosque que conduz o visitante à outra extremidade no ponto mais baixo do terreno.

No meio do percurso, que conta a história de “João e Maria” dos irmãos Grimm através de painéis de azulejo, situa-se uma biblioteca denominada Casa da Bruxa (ou Casa de Contos), que é um espaço reservado para desenvolver o interesse pela leitura no público infantil. Diariamente, dezenas de crianças visitam o espaço e participam da “Hora do Conto”, onde bruxas e fadas fazem uma leitura teatralizada de contos infantis. A Casa é administrada pela Secretaria Municipal de Educação.images (1)

Ao final da trilha, chega-se ao último equipamento: o pórtico que reconstitui o frontão da Casa Milla que, construída no início do século na Rua Barão do Serro Azul, representa um dos principais exemplares da arquitetura da imigração alemã. A varanda utilizada na réplica é a original.

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  • Área: 38.000 m2
  • Localização: Rua Francisco Schaffer x Rua Nicolo Paganini x Rua Franz Schubert
  • Bairro: Vista Alegre
  • Ano de Implantação: 1996
  • Acesso: Gratuito
  • Fauna: Morcego, gambá, sabiá, beija-flor, pula-pula, bispo, limpa-folhas.
  • Flora: Canela, espora-de-galo, guabiroba, açoita-cavalo, miguel pintado, timbó, pitangueira, paineira e algumas espécies introduzidas, como o pinus.
  • Equipamentos: Sala de concertos, casa de chá, lanchonete, sanitários, passarela, mirante, torre, biblioteca e portal.

Horário de funcionamento:

Bosque – diariamente das 8:00 às 18:00
Casa da Bruxa – diariamente das 9:00 às 17:00
(Hora do conto – finais de semana às 11:00, às 14:00 e às 16:00)

Ônibus:

  • Jardim Mercês-Guanabara (atrás da Catedral)
  • Interbairros II
  • Primavera e Bracatinga (Travessa Nestor de Castro)

Museu Oscar Niemayer

O Museu Oscar Niemeyer (MON) é um espaço dedicado à exposição de Artes Visuais, Arquitetura, Urbanismo e Design. Possui cerca de 35 mil metros quadrados de área construída e mais de 17 mil metros quadrados de área expositiva, considerada a maior da América Latina.

O MON foi inaugurado em 2002. O projeto é de autoria do reconhecido arquiteto brasileiro que leva seu nome. O Museu Oscar Niemeyer já realizou ao longo deste período mais de 300 mostras nacionais, internacionais e itinerantes. Com um total de 12 salas expositivas, a cada ano são realizadas mais de 20 mostras, que juntas recebem um público superior a 300 mil visitantes. No fim de dezembro de 2013, MON chegou à marca de 2 milhões de pessoas que visitaram a instituição desde o início da contagem, em 2003.

Com uma equipe multidisciplinar, que visa aproximar e aperfeiçoar a experiência dos visitantes com as artes visuais, o Museu possui o setor de Ação Educativa que atende diariamente estudantes, professores e o público em geral, bem como realiza cursos e oficinas, abertas ao público, com o objetivo de capacitar pessoas no desenvolvimento de trabalhos e projetos.

Documentação, Acervo e Acessibilidade

O MON possui o Centro de Documentação e Referência com um acervo de mais de 9 mil publicações e periódicos para pesquisa. Entre os títulos encontram-se livros sobre história da arte, revistas especializadas, catálogos de exposições, vídeos com depoimentos de artistas e curadores, e um arquivo fotográfico constituído por registros de obras e de artistas paranaenses, que estão sempre disponíveis para livre consulta dos visitantes. O acesso à biblioteca é gratuito e os usuários recebem acompanhamento especializado. O horário de funcionamento é de terça a sexta-feira, das 10h às 18h, e no primeiro domingo do mês das 12h às 18h.

Outro setor importante é a Reserva Técnica e o Laboratório de Conservação e Restauro, onde as obras são armazenadas seguindo critérios internacionais. O acervo do MON possui mais de 3.400 mil peças, composto por obras dos paranaenses Alfredo Andersen, João Turin, Theodoro De Bona, Miguel Bakun, Guido Viaro e Helena Wong, além de Tarsila do Amaral, Cândido Portinari, Oscar Niemeyer, Ianelli, Caribé, Tomie Othake, Andy Warhol, Di Cavalcanti, Francisco Brennand, entre outros.

Quando completou uma década de existência, em 2012, o MON ampliou o acesso gratuito às exposições e o ao horário de funcionamento, reforçando a sua missão social e o seu compromisso com a democratização do acesso e a formação de público.

O espaço foi eleito – também em 2012- um dos 20 museus mais bonitos do mundo pelo guia norte-americano Flavorwire e foi escolhido pelo público do TripAdvisor – maior site de viagens do mundo – um dos principais pontos turísticos de Curitiba. Além disso, o Instituto Paraná Pesquisas realizou um levantamento no final deste ano, que revela que 94% dos entrevistados qualificam o MON como ótimo ou bom, e que 98% pretendem voltar ao museu para uma nova visita. Em 2015, o MON foi escolhido como um dos 10 museus do Brasil para colocar na lista de viagem pelo site de turismo “Pure Viagem”. Nesta lista estão o Museu Imperial, no Rio de Janeiro, o Instituto Inhotim, em Minas Gerais, a Pinacoteca do Estado de São Paulo e o Instituto Ricardo Brennand, em Recife, entre outros.

Prêmio

Em 2013, o projeto “Arte para Maiores” do Museu Oscar Niemeyer (MON) foi contemplado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) com o “Prêmio Modernização de Museus”. O projeto viabiliza a criação de um programa específico de sensibilização para a arte dirigido para o público com mais de 60 anos.

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Histórico

A história do museu teve início em 1967 quando o arquiteto Oscar Niemeyer projetou o que é hoje o prédio principal, inaugurado somente em 1978 e então chamado de Edifício Presidente Humberto Castelo Branco. Em 2001, 23 anos depois de sua inauguração, as autoridades do Estado decidiram transformar a generosa área em museu e, em 22 de novembro de 2002, o edifício deixou de ser sede de secretarias de Estado para se transformar no, inicialmente batizado, Novo Museu.

O prédio passou por adaptações e ganhou um anexo, popularmente chamado de Olho, ambos de autoria do reconhecido arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer.

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Estrutura do complexo do MON

O prédio principal, distribuído em três pisos – subsolo, térreo e primeiro pavimento –, tem estilo moderno e é totalmente estruturado a partir de linhas retas. A estrutura do prédio é de concreto protendido, que permite vencer os grandes vãos da edificação com um enorme arrojo estrutural. A Torre, também conhecida popularmente como “Olho”, totaliza o complexo com seus quatro andares de espaço para exposições.

Além das salas expositivas, a estrutura também dispõe de um auditório, com capacidade para 372 pessoas sentadas; um ambiente exclusivo para realização de eventos externos para 500 pessoas; o MON Loja, com produtos personalizados com a marca do Museu e o MON Café, um ambiente aconchegante para alimentação, encontro e lazer.

O Museu conta ainda com 316 vagas nos dois estacionamentos térreos, um frontal – acessado pela Rua Marechal Hermes – e outro localizado na parte de trás – com acesso pela Rua Manoel Eufrásio.

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Térreo

Na extremidade Norte, está a bilheteria, o MON Café e a MON Loja. Na parte Sul, localiza-se a entrada do Museu e o espaço para o Salão de Eventos.

Primeiro Piso

Com nove salas expositivas, o primeiro piso abriga a maioria das exposições. O ambiente pode ser acessado por meio de escadas, rampas e elevador, facilitando o trânsito de portadores de deficiências.

Subsolo

Neste nível se encontra a exposição permanente de projetos, fotos e maquetes de obras do arquiteto, batizado de Espaço Niemeyer, o Pequeno Auditório, além da sala expositiva Galeria Niemeyer, as salas administrativas, o Espaço da Ação Educativa, onde são realizados cursos e oficinas, o Pátio das Esculturas, que abriga a exposição permanente de algumas obras que pertencem ao acervo do Museu , o Centro de Documentação e Referência, o Laboratório de Conservação e Restauro e a Reserva Técnica. Este último setor é equipado com móveis especiais para a adequada acomodação da coleção do acervo como trainéis, mapotecas e armários deslizantes.

Anexo

Instalado à frente do edifício principal e internamente ligado a ele por um túnel, o anexo reconhecido pela denominação de Olho, tem 30 metros de altura e é composto por quatro pavimentos. O salão principal possui cerca de 1,5 mil metros quadrados para exposições e ainda completam a estrutura o Espaço Araucária e o miniauditório.

Ópera de Arame em Curitiba

Considerado um dos mais belos e importantes pontos turísticos de Curitiba, a Ópera de Arame também se caracteriza como um espaço destinado as mais diversas manifestações artísticas.

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A inauguração aconteceu em 1992 durante o I Festival de Teatro de Curitiba com o espetáculo Sonho de Uma Noite de Verão, de Shakespeare, numa montagem do diretor Cacá Rosset. O objetivo era suprir a dificuldade de se realizar alguns eventos na Pedreira Paulo Leminski em razão da falta de cobertura.Domingos Bongestabs foi o arquiteto responsável pela obra.

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A estrutura formada por tubos de aço e vidro torna a Ópera de Arame um dos grandes cartões postais da capital paranaense. A construção – executada em apenas 75 dias – retrata a vertente da arquitetura moderna na cidade. Há ainda a Parede da Fama em que se encontram placas responsáveis por resgatar e relembrar importantes artistas que já passaram pelo Parque das Pedreiras (Pedreira Paulo Leminski + Ópera de Arame). Destaque para nomes como Paul McCartney, Tom Jobim, Chico Buarque e Roberto Carlos.

A Ópera de Arame foi eleita uma das Sete Maravilhas Brasileiras pelo site de hospedagem Hoteis.com. A pesquisa foi feita em novembro de 2011 com os visitantes cadastrados no site. Foto:Orlando Kissner/SMCS(arquivo)
A Ópera de Arame foi eleita uma das Sete Maravilhas Brasileiras pelo site de hospedagem Hoteis.com. A pesquisa foi feita em novembro de 2011 com os visitantes cadastrados no site.
Foto:Orlando Kissner/SMCS(arquivo)

A Ópera de Arame recebeu ao longo de sua história espetáculos memoráveis. Foi palco de shows, eventos cênicos, encontros, congressos, formaturas, apresentações culturais e eventos em geral.  O espaço cultural contempla uma área equivalente a 04 mil m² com uma capacidade para cerca de 1572 pessoas. Fica na Rua João Gava, 970, bairro Pilarzinho, no Complexo Parque das Pedreiras.

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A sugestão para você conhecer a Ópera de Arame é aproveitar os passeios oferecidos pelas empresas do Núcleo de Turismo Receptivo de Curitiba:

Jens Tours: City tour, podendo ser personalizado de acordo com perfil do cliente, com os principais pontos turísticos de Curitiba, dispomos de serviço de Transfer e gestão em transporte de eventos para sua comodidade. Motoristas e guias bilíngues, frota própria: Vans Micro, ônibus, e carros executivos.jorge@jenstours.com.br • Tel.: 41 3398 1188.

Kuritbike: O Bike Tour Ópera de Arame é um roteiro que conta muito sobre a história de Curitiba. Acontece em ciclovias tranquilas e arborizadas; e permite a passagem por lindos parques e bosques. São eles: Passeio Público; Bosque do Papa; e Parque São Lourenço. Além disso, o passeio ainda contempla o Memorial Árabe; MON; e a Ópera de Arame. Saiba mais.

Serra Verde Express: City Tour – Manhã com visita aos principais pontos de Curitiba. Duração de 3h30. Praça Tiradentes; Catedral Metropolitana; Universidade Federal do Paraná; Teatro Guaíra; Centro Cívico; Museu Oscar Niemeyer; Bosque Alemão; Rua das Flores; Jardim Botânico; Bosque do Papa; Ópera de Arame;Unilivre; Tanguá. Saiba mais.

Special Paraná: O Curitiba City Tour – Intensivo Dia Inteiro te leva uma descoberta por Curitiba que dura 09 horas. Tem caminhada pelo centro da cidade; almoço em Santa Felicidade; visita a Museus e Parques. Saiba mais.

OneTur: O Passeio pela Cidade de Curitiba inclui um tour com 04 horas de duração que irá te levar para os principais e mais belos pontos da capital paranaense.Visitas Externas: Praça Tiradentes; UFPR; Teatro Guaíra; Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro; Museu Oscar Niemeyer. Visitas Internas:Jardim Botânico; Bosque do Papa; Ópera de Arame; Unilivre; Parque Tanguá; Relógio das Flores. Saiba mais.

AH Turismo: O City Tour tem como uma das atrações o passeio pelo MON. Além disso, inclui locais como Largo da Ordem, Bosque do Papa, Ópera de Arame,Parque Tanguá, Unilivre, Praça Tiradentes, Catedral, Rua das Flores, Centro Cívico, Jardim Botânico, entre outros.

Parque Barigui

 O Parque Barigui (ü) está situado na cidade de Curitiba, capital do estado brasileiro do Paraná.O parque recebe o nome do Rio Barigui que foi represado para formar um grande lago em seu interior. Está entre os maiores da cidade, sendo, também, um dos mais antigos. Diversas espécies de animais vivem livres no parque, como aves, capivaras e pequenos roedores. Um rebanho de carneiros também pode ser visto diariamente nos gramados, sob os cuidados de funcionários.PARQUE BARIGUI

Recebe grande número de freqüentadores, especialmente antes e depois do horário comercial nos dias úteis, e ao longo de todo o dia e começo da noite, nos sábados, domingos e feriados. É também ponto de encontro de muitos praticantes de futebol americano, e aos sábados é comum ver pessoas jogando nos gramados atrás do heliponto e no campo atrás do restaurante nos time Hurricanes e Crododiles, respectivamente.

História e a origem do nome

O parque mais visitado e um dos mais antigos da capital paranaense foi criado em 1972 com a intenção de conter as enchentes e preservar a mata nativa da bacia do Rio Barigui na região.

Na época da fundação do povoado de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, a área aonde se encontra o parque era uma sesmaria pertencente a Balthazar Carrasco dos Reis e algum tempo depois Mateus Leme tomou posse de uma nova sesmaria nesta região.

Documentos antigos citam esta localidade com a denominação de Mariqui e o atual nome é uma referência ao próprio rio que atravessa o parque e que significa “rio do fruto espinhoso” em língua indígena, fazendo alusão ao fruto do pinheiro, ou seja, a pinha.

Características

  • Área total: 1,4 milhão de metros quadrados.
  • Área do lago: 230 mil metros quadrados.
  • Heliponto.
  • Sanitários públicos e amplos estacionamentos para veículos.

Atrações:

  • Pista de grande extensão, em volta do lago e outras partes, para caminhadas e corridas.
  • Equipamentos ao ar livre para ginástica e alongamento.
  • Quiosques com churrasqueiras.
  • Pistas de bicicross e aeromodelismo.
  • Canchas poliesportivas.
  • Pista exclusiva para bicicletas e patins, em volta do lago.
  • Trilhas para caminhadas por dentro dos bosques do parque.
  • Bares e restaurantes.
  • Academia de ginástica.
  • Museu do Automóvel de Curitiba.
  • Centro de Exposições de Curitiba (Parque Barigüi), pavilhão com 10 mil metros quadrados de área e pé-direito de 6 metros, destinado a exposições e convenções.
  • “Salão de Atos” da prefeitura municipal.
  • Sede da “Secretaria Municipal do Meio Ambiente”.

310 Anos de Curitiba

Em 2003 o Parque Barigui recebeu a apresentação de Roberto Carlos em comemoração aos 310 anos da cidade de Curitiba, com entrada gratuita. Roberto Carlos pisou no palco montado no Parque Barigüi por volta das 20h15 mais de uma hora depois do horário previsto, logo depois de a orquestra fazer um pout-pourri dos seus maiores sucessos. As cerca de sessenta mil pessoas que se aglomeravam no gramado receberam o cantor com entusiasmo. Roberto Carlos agradeceu várias vezes, fez uma pausa marota, e emendou “Emoções”.

E Roberto Carlos ofereceu ao público sucessos (“Como é Grande o Meu Amor por Você”, “Detalhes”, “As Curvas da Estrada de Santos”, “Parei na Contramão”, “É Preciso Saber Viver”, entre outros), uma homenagem a Caetano Veloso (“Força Estranha”) e um tributo a Maria Rita (“Eu Te Amo Tanto”, “Amor Sem Limite”, essas duas cantadas ao piano). Para coroar a noite, “Jesus Cristo” num coro de sessenta mil vozes e as rosas para o público.

Parque Tingüi de Curitiba

O Parque Tingui faz parte de um projeto global que prevê a implantação de um parque linear em toda a extensão do Rio Barigui, unindo-o aos parques Barigui e Tingui.

Obra de saneamento e preservação ambiental, o parque alterna em sua pista de caminhada paisagens de lagos, pontes e mata nativa, percorridos ao lado do Rio Barigui.
Também abriga o Memorial Ucraniano, onde está implantada a réplica de uma igreja ucraniana e outros equipamentos como: loja, palco, portal, mirante, campanário e monumento em forma de pêssanka.
Área : 380.000 m².
Equipamentos: Ciclovia, pista de cooper, pontes de madeira, iluminação, portais, churrasqueiras, canchas de futebol e vôlei, play-ground, sanitários, administração, estacionamento, casa da guarda municipal.

Endereço: AVENIDA FREDOLIN WOLF, 0

Complemento: ENTRE AS RUAS JOSÉ VALLE E FREDOLIN WOLF

Bairro: São João Curitiba – PR

CEP: 82410330

Regional: Sta.Felicidade

Telefone: (41)3350-9630

Email: parquesepracas@smma.curitiba.pr.gov.br

SMMA Secretaria Municipal do Meio Ambiente
DEPARTAMENTO DE PARQUES E PRAÇAS

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Parque Tingui

Jardim Botânico de Curitiba

Jardim Botânico

Marca registrada de Curitiba, foi inaugurada em 1991. É um dos pontos mais visitados de Curitiba criado à imagem dos jardins franceses, estende seu tapete de flores aos visitantes logo na entrada.

A estufa, em estrutura metálica, abriga espécies botânicas que são referência nacional, além de uma fonte d’água. A mata nativa está ponteada de trilhas para percursos a pé.

O Museu Botânico, dirigido por Gert Hatschbach, atrai pesquisadores de todo o mundo. Tem espaço para exposições, biblioteca e auditório. Atrás da estufa está localizado o espaço cultural Frans Krajcberg com exposição permanente de 114 esculturas desse artista/ambientalista.

Localização:
Rua Eng°. Ostoja Roguski, s/n°. – Jardim Botânico.
Tel: (41) 3264-6994 (Administração) / 3362-1800 (Museu).

Horário:
Das 06h00 às 20h00 > durante o horário de verão.
Das 06h00 às 19h30 > durante o horário de inverno.

Ônibus:
Expressos Centenário/Campo Comprido e Centenário/Rui Barbosa. Descer ao lado do Botânico.
Linha Cabral/Portão. Linha Alcides Munhoz (ponto Al.Dr.Muricy).Descer em frente ao Jardim Botânico.

Acesso:
Trav. Tobias de Macedo / Trav. Alfredo Bufren / Rua Amintas de Barros / Rua Tibagi / Av. Presidente Affonso Camargo / Rua Eng°. Ostoja Roguski.

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Nossa História

O Amor Sobre Rodas como o próprio nome diz, nasceu da junção da história do amor de um casal,  Pedro Lucavei e Noemi Cardoso, com o sonho (inicialmente dele) de colocar as rodinhas na estrada, literalmente.

Ele,  já com os filhos adultos e prestes a gozar do direito a aposentadoria após anos de trabalho duro e suado, decidiu ao longo dos seus bem vividos 55 anos, partir em um Trailer sem data para retornar, dando início primeiro pelos estados brasileiros e posteriormente por países da  América do Sul. Mas como nem tudo são flores, faltava a companhia certa, aquela que mesmo sem ele saber também o procurava, então  seus caminhos finalmente se cruzaram e  houve no mesmo instante a certeza que não haveria mais volta, a escolha estava feita e seus destinos traçados, então deu-se início ao planejamento, que levou um certo tempo até que pudesse se tornar real e viável.

Não foi paixão a primeira vista, foi amor de almas com sonhos e ideais semelhantes, pessoas livres com o desejo de viver um grande amor pautado na simplicidade, no desafio, no companheirismo e cumplicidade, regado de muita paz. Dispostos a irem colhendo pelo caminho o aprendizado que só os peregrinos de alma e coração são capazes de entender, a busca não só por culturas e costumes diferentes mas especialmente pelo autoconhecimento e a busca por ideais que vão além de empregos pomposos, restaurantes caros, carros de luxo na garagem, e o vazio que é oferecido pelas grandes metrópoles como ingredientes de consumo que escravizam e nos fazem viver cegos sem perceber a imensidão do mundo que há lá fora,  das infinitas possibilidades, do olhar as estrelas a noite e ouvir o som do mar ao amanhecer, sem fixar raízes naquilo que não possui valor real, levando na bagagem somente o necessário para dar mais espaço as boas lembranças de todos os amigos e histórias que vivenciamos pelo caminho.

Assim, com apenas um ideal e muito amor iniciamos nossa jornada e decidimos criar esse espaço para que nossos amigos e parentes nos acompanhem aonde estivermos, mas logo percebemos que era necessário levar uma mensagem a todos  que vieram posteriormente a nos acompanhar, a de que tudo na vida é possível quando sonhamos e acreditamos nesse sonho, quando vivemos nossa vida com retidão e sabedoria, quando vamos buscar no nosso mais intimo as respostas que nossa alma tanto almeja. Ao longo da nossa jornada vamos dividir com vocês alguns desses sentimentos, dificuldades e aprendizados que formos encontrando pelo caminho, queremos que cada um de vocês que nos seguem façam parte dessa nossa família. Sejam todos muito bem vindos e até nossa próxima parada.

Amor Sobre rodas

Por: Pedro Lucavei Filho e Noemi Cardoso

De almas sinceras a união sincera
Nada há que impeça: amor não é amor
Se quando encontra obstáculos se altera,
Ou se vacila ao mínimo temor.
Amor é um marco eterno, dominante,
Que encara a tempestade com bravura;
É astro que norteia a vela errante,
Cujo valor se ignora, lá na altura.
Amor não teme o tempo, muito embora
Seu alfange não poupe a mocidade;
Amor não se transforma de hora em hora,
Antes se afirma para a eternidade.
Se isso é falso, e que é falso alguém provou,
Eu não sou poeta, e ninguém nunca amou.

William Shakespeare

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Nosso trabalho consiste em fazer matérias, fotos e vídeos ou mesmo palestras que retratam como é a vida na estrada, nossas   alegrias e dificuldades e ganho de experiências mas especialmente a coragem para sair da zona de conforto para enfrentar um mundo desconhecido e cheio de incertezas, além de palestras que podem ser motivacionais ou voltadas ao público viajante, prestamos consultoria para quem tem ou quer ter um camping voltado para segmento de trailer e motor home e que não tem certeza quais são as necessidades desse público bem como, consultoria para a organização de encontros.

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Pedro Lucavei Filho e Noemi Cardoso

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