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6/10 PAÍSES SUPER FÁCIL PARA IMIGRAR – Svalbard

Se você não está atrás de conforto, mas sim de uma aventura extrema, Svalbard pode ser o lugar certo para você. Um território da Noruega, Svalbard é um arquipélago localizado entre o continente e o Polo Norte. Por isso, é brutalmente frio, e sem-teto é fatal e ilegal.

magine um lugar que é literalmente o mais ao norte do mundo que você pode ir (a menos que você consiga chegar ao Pólo Norte) ….

Um lugar onde…

… há mais ursos polares (e snowmobiles) do que pessoas.

… há bizarras e semi-abandonadas cidades de mineração Russas (com a estátua de Lenin mais ao norte do mundo).

…há geleiras, cavernas de gelo, fiordes e paisagens árticas intocadas.

… há o famoso “Doomsday Seed Vault” (Cofre de Sementes do Fim do Mundo).

Se esta lista ainda não te fez perceber, Svalbard é um lugar incrível (embora estranho) para visitar e mais estranho ainda para se morar.

os 10 melhores países para migrar

Há muitas poucas regras para conseguir morar em Svalbard. Ninguém de nenhum país precisa de um visto, mas o governador reserva o direito de negar a entrada de pessoas que não estejam preparadas para lidar com as condições. Você deve ter um lugar para morar, e geralmente as casas são fornecidas pelos empregadores para os funcionários. Então, se você conseguir descolar um emprego, está dentro.

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5/10 PAÍSES SUPER FÁCIL PARA IMIGRAR – Roatán

Roatán – Honduras

Roatán não é um país propriamente dito, mas para aqueles que querem morar em uma ilha remota, pode ser exatamente o que o médico receitou.

Se você deseja apenas ficar por 3-4 meses de cada vez, um visto de turista será suficiente. Para se aposentar em Roatán (ou em qualquer lugar em Honduras), você vai precisar mostrar uma renda mensal de $1,500.

S e você não está na idade de se aposentar, a renda exigida sobe para $2,500/mês, mas você ainda assim pode conseguir um visto de residência permanente que não requer a renúncia de sua cidadania, mesmo que escolha se tornar um cidadão de Honduras.

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1/10 países super fácil para imigrar -México

Postarei 10 dicas de países que tem algumas facilidades para quem deseja morar fora do Brasil, mas atenção, não postarei os 10 de uma vez mas sim 1 em cada poster seguindo o Critério de título acima mudando apenas o primeiro número que significa o número da postagem.

Você tem a fantasia de sair do seu país e morar na praia em algum lugar do planeta? Talvez você deseja aventuras na montanha, ou simplesmente uma comunidade mais amigável.

Mas quando você acorda desses devaneios, vai provavelmente lembrar do quão caro e difícil é imigrar, isso sem falar que desistir de sua cidadania não é algo tão trivial.

Tudo isso é verdade, mas existem vários países que são totalmente abertos a pessoas que querem ir, morar e trabalhar lá por um longo período de tempo, sem necessariamente se tornar um cidadão.

É possível viver a vida dos seus sonhos agora, e decida sobre torná-la ou não permanente mais tarde.

1 – México

O estilo de vida no México é mais relaxado do que nos países de primeiro mundo, mas o México tem todas as amenidades que você está acostumado, incluindo internet de alta velocidade, filmes e séries de Tv atuais, e lojas para alimentos e outras necessidades. Não esqueça da praia e da gastronomia local deliciosa.

No México, você pode imediatamente aplicar para um visto de residente permanente, o qual não tem data de vencimento e te fornece a capacidade de trabalhar. Para se qualificar, você precisa mostrar uma renda líquida mensal de cerca de $1,826 como indivíduo – é compreensivelmente mais para a família inteira. Também existem vários vistos de residente temporário disponíveis, que são válidos por quatro anos e requerem uma renda mensal de $1,096.

7 destinos proibidos que você nunca poderá visitar

Existem muitos poucos lugares nesse planeta que não foram tocados pelas mãos humanas, e lugares que não sentiram os efeitos da ocupação humana. Mas há lugares que por um motivo ou outro são inacessíveis para a maioria das pessoas.

Uma seleção pequena especial pode ter acesso, mas você com certeza não será bem-vindo na sua próxima viagem.

Seja para proteger a natureza indígena, manter os humanos seguros ou esconder fatos que o governo não quer que você saiba, estes destinos proibidos podem ser vistos apenas de longe. É claro que não há nada mais fascinante do que o tabu e, portanto, você realmente vai quererir para esses lugares.

Mas, acredite quando dizemos que é melhor ler este artigo do que arriscar a vida, um membro ou uma ação penal. Felizmente, você pode chegar perto o bastante de alguns desses lugares para ter um gostinho, como o número 2 e 6. Outros são totalmente banidos, como os números 1 e 3, os quais podem ser os lugares proibidos mais famosos do planeta.

1. Ilha das Cobras, Brasil

Pesquisadores estão bem cientes da Ilha das Cobras, mas nenhuma pessoa normal é permitida visitar esta pequena ilha a cerca de 150 quilômetros da cidade de São Paulo no Brasil. Oficialmente chamada de Ilha da Queimada Grande, o lugar abriga cerca de 2.000-4.000 cobras. Não é qualquer cobra, é a jararaca ilhoa que habita a Ilha das Cobras.

As jararacas ilhoas são conhecidas por seu veneno extraordinariamente potente, que desintegra a carne ao redor das mordidas. Aff! Melhor deixar que os pesquisadores tirem e compartilhem algumas fotos.

2. Cavernas de Lascaux, França

As cavernas de Lascaux no sudoeste da França fornecem exemplos sensacionais de pinturas pré-históricas em cavernas. As cavernas têm uma série de pinturas e gravuras pré-históricas de supostamente 20.000 anos. As pinturas retratam bisão, ibex, cervos e gado, entre outras coisas, e cobrem todas as paredes, O exemplo mais incrível é encontrado no Salão dos Touros, conhecido por quatro murais de touros. Um deles tem 5 metros de altura.

Infelizmente, a presença de pessoas tem sido destrutiva para as obras de arte insubstituíveis. E não só isso, mas as cavernas foram afetadas por fungos e bolor negro. Portanto, a entrada de humanos está proibida as cavernas  desde a década de 60. Felizmente, um museu e uma réplica da caverna foram recentemente abertos ao lado das cavernas, para que você possa pelo menos desfrutar da experiência.

3. Área 51, Estados Unidos

Não existe um lugar nesse planeta que gerou tantas teorias de conspiração com a Área 51 no deserto de Nevada, EUA. O lugar é uma base militar fortemente protegida e escondida, e nenhuma pessoa normal realmente sabe o que se passa lá.

O mito urbano mais comum é que a Área 51 é usada para teste de alienígenas, mas é claro que ninguém tem provas disso. Todos os governos do mundo afirmam que nunca houve qualquer evidência de visitas de alienígenas em nosso planeta. Seja lá o que acontece na Área 51, não recomendamos tentar violar sua segurança – o lugar é fortemente protegido com minas terrestres e outras seguranças de alta tecnologia.

4. Ilha Sentinela do Norte, Índia

Os nativos da Ilha Sentinela do Norte no Golfo de bengala perto da Índia protegem agressivamente o isolamento desta ilha de 60.000 anos. Os sentineleses recusam a comunicação com intrusos e rapidamente matam qualquer um que tente entrar na ilha. A Guarda Costeira Indiana ocasionalmente sobrevoa a ilha para estimar a população (que caiu nos últimos anos) ou para determinar se a comunidade precisa de ajuda, como após o tsunami de 2004.

O governo indiano proíbe a interferência com os sentineleses, mas a ilha foi recentemente posta na mídia, quando um jovem missionário entrou furtivamente na ilha em uma tentativa de levar a palavra de Jesus aos residentes. A última vez que o jovem foi avistado, a tribo estava arrastando pela areia seu corpo repleto de flechas.

5. Poveglia, Itália

Atualmente, esta pequena ilha italiana está abandonada, mas tem uma história sinistra que levou ao governo banir visitações. Localizada entre Veneza e Lido no norte da Itália, Poveglia era usada como área de quarentena no século 14, para abandonar pessoas com Peste Bubônica. Mais tarde, no século 19, Poveglia  era uma clínica psiquiátrica para doentes mentais. Dizem que um médico cruel realizou experimentos agonizantes em seus pacientes.

A ilha hoje está abandonada, mas dizem que é assombrada pelos fantasmas das almas torturadas que morreram lá. A ilha é considerada o lugar mais assombrado da Itália, e tanto turistas como locais não podem entrar nela. No entanto, se você é realmente corajoso, você pode enfrentar uma burocracia demorada para conseguir uma permissão.

6. Arquivos secretos do Vaticano, Cidade do Vaticano

No passado, a religião e o governo eram intrinsecamente ligados. Em alguns locais, ainda é. Em um lugar que atravessa essa linha, os Arquivos Secretos do Vaticano na Cidade do Vaticano guardam os segredos do catolicismo antigo. Contendo séculos de verdades ocultas, desde a contabilidade financeira até documentos estatais, o acesso aos arquivos é proibido para a maioria das pessoas.

Apenas os eruditos aprovados e mais altamente qualificados do mundo são permitidos. Visto que o lugar não é tão secreto, houve especulações alarmantes sobre o que contém lá, tais como prova da existência de alienígenas e demônios, e evidência da suposta participação da igreja no governo fascista em meados do século 20.

7. Mausoléu de Qin Shi Huang, China

O primeiro imperado da China foi Qin Shi Huang. Seu complexo de sepulturas é um dos locais mais elaborados e amplos já descobertos. Se você já ouviu falar dos guerreiros de terracota da China, isto é onde eles estão. Mas, embora o local desse mausoléu seja um dos destinos turísticos mais populares da China, a tumba é selada.

Os visitantes podem ver cerca de 2.000 guerreiros de terracota, mas estima-se que existam mais 6.000 em todas as cavernas subterrâneas do complexo de sepulturas. Dizem que há armadilhas estrategicamente posicionadas que previnem invasores de alcançar o local das sepulturas. Mas, o que sabemos com certeza é que as cavernas têm uma alta concentração de mercúrio que mataria qualquer um sem um equipamento de proteção apropriado. Durante o futuro próximo, os inúmeros tesouros de Qin Shi Huang vão continuar seguros, junto com seu corpo.

CONCLUSÃO

Conseguimos aguçar seu apetite para caçar alguns fantasmas, lutar contra forças da natureza ou provar uma teoria de conspiração? Talvez você simplesmente queira mergulhar em um passado fascinante e misterioso. Pelo fato de humanos terem (ou tiveram) suas mãos em cada um destes lugares, você pode experimentar a emoção do proibido em livros e fotos.

Mas, a menos que você queira enfrentar um destino perigoso e potencialmente mortal, é melhor ficar longe desses lugares. Você foi avisado!

Que tal espalhar sementes por aí?

Em breve será a temporada de frutas como ameixas, pêssegos, cereja, damasco, outros alimentos como quiabo, abobora, etc.
Meu pedido para todos é de não jogar as sementes no lixo, mas ao lugar disso lavá-las, secá-las (ao sol) e armazená-las em um saco de papel e guardá-las no carro.

Continuar lendo Que tal espalhar sementes por aí?

Camping Santa Catarina

ATENÇÃO: CASO ALGUM TELEFONE, ENDEREÇO OU SITE ESTEJAM DESATUALIZADOS PEÇO QUE POR GENTILEZA ENTRE EM CONTATO CONOSCO NOS INFORMANDO PARA QUE POSSAMOS ATUALIZAR. Esta lista tem apenas a função informativa a fim de ajudar aqueles que estão na estrada e buscam um lugar para acamparr

Apiúna

Camping Ativa – BR 470, Km 109, São Pedro. Tel. 47 3353-1392.


Aberlardo Luz

Camping Prainha – Tel. 49 3445-4213 e 3445-4380.


Águas de Chapecó

Águas de Chapecó – Rua Florianópolis nº 92, SC-283. Tel. 49 3725-4661.


Araranguá

Camping Morro dos Conventos – Estr. p/ Morro dos Conventos, Km 13. Tel. 48 3526-7089 / 3526-7105..
www.hotelmorrodosconventos.com.br

Camping Lago Dourado – Rod. Municipal 227 Km 7. Tel. 48 3526-7070.
www.qlitoral.com.br/lagodourado

Camping Lagoa da Serra – Estrada p/ Balneário Arroio do Silva, 6,5km. Tel. 48 3522-1716.

Camping Arroio Da Silva – Rua Timbé Do Sul. Tel. 48 3522-1162.


Balneário Arroio do Silva

Golden Park – Estrada para o Arroio do Silva (SC-449), km 2. Tel. (48) 3522-1348.

Camping Lagoa da Serra – Estrada para o Arroio do Silva (SC-449), 6,5km. Tel. 48 3552-1716.


Balneário Barra do Sul

Camping Barra do Sul – Av. São Francisco, nº 1760 – Bairro Salinas km 57 da BR-101.
Tel. 47 3448-1177.

Camping Central – Rua Antonio I da Cunha nº 33. Tel. 47 3448-1133.


Balneário Camboriú

Camboriú Barra Sul – Av. Beira Rio nº 1350. Tel. 47 3361-1497.

Camping Estaleirinhos – Trav. Geral, sn Km 125 – BR101. Tel. 47 3368-2464 / 3368-2621

Camping Recanto verde, praia do Estaleiro. Sr. João, Judite e Raul

Rua Domingos Mafra, S/No Praia do Estaleiro – Balneario Camboriu

Fones:- 47-9967.8850 e 9967.0115

Vip camping – R.Emanoel Rebelo dos Santos,866 – bairro da barra –tel.47 33675829/88433220

Camping Eucaliptos – Rua 4.502 nº 162. Tel. 47 3361-4614.

Camping Oásis – Av. do Estado nº 2850. Tel. 47 3366-3028.

Camping Praia Do Pinho – Tel. 47 3391-6010 e 3367-6977.
www.praiadopinho.com.br

Camping Parque Camboriú – Rua Manoel Correia, acesso pela Br-101 Km 139
Tel. 47 3344-2409.

Camping 3.300 – Rua 3.300, S/Nº. Tel. 47 3361-0660.

Barra Velha

Uai ! Camping Chalé – Rua Arthur Zimmermann, 93 – Praia do Tabuleiro. Tel. (047) 3456.2483.
uaicamping@uol.com.br
http://uaicamping.sites.uol.com.br


Blumenau

Morro do Spitzkopf
– Rua Bruno Schreiber nº 3777 – Bairro Progresso. Tel. 47 3336-5422.

Camping Recanto Silvestre – R. Sta. Maria, 4269 (Progresso), 14,5km. Tel. 47 3336-5447.


Bombinhas

Camping Paraíso Tropical – Rua Landim nº 168, Canto Grande. Tel. 47 3393-3143 / 3393-3177.
A área é pequena (cerca de 50 módulos para barracas), boa estrutura e organização, sendo bem arborizada.
Possui churrasqueiras coletivas, play ground e área específica para motor-homes.
www.ptropical.com.br
reservas@ptropical.com.br

Camping Costão – Rua Águia, 332. Tel. 47 3393-6106 / 3369-1402.
Localizado no canto esquerdo da Praia de Bombas
Com a área destinada a barracas e um prédio central reunindo as baterias de banheiros, churrasqueira coletiva,
espaço com televisão e mesas e cadeiras à disposição dos campistas.
A área também é pequena (cerca de 90 módulos), portanto se for para um final de ano ou
carnaval é recomendável contato prévio com qualquer desses campings.
O Camping não aceita Motor Homes

Camping Retiro dos Padres – Estr. Retiro dos Padres – Rua das Garoupas (Praia do Retiro). Tel. 47 3369-2467.
Fica em frente a uma pequena e bonita praia
Lindo visual do mar, pedras e morros em torno, o que torna um lugar bastante agradável para acampar

Camping Brilhos do Sol – Rua Tiriba, 41 . Tel. (47) 3369-1425
www.brilhosdosol.com.br

Bombinhas Camping & Paddle – Rua 10, S/N – Praia de Bombas. Tel. 47 3369-1602.
Aceita somente barracas

Camping Por do Sol – Av. Girassol, 1693
Tel: (47) 3369 3049

Camping Canto da Lua – Praia da Conceição
Tel: (47) 3393 3451

Camping Maravilha – Rua Pitangueira
Tel: (47) 3393 3117

Camping Bela Vista – Av. Vereador Manoel José dos Santos
Tel: (47) 3369 2728

Camping 4 Ilhas – Rua dos Atóis, s/nº – (47) 3369 2124
www.4ilhascamping.com.br
e.q.q@terra.com.br

Camping Santa Catarina – Av. Vereador Manoel José dos Santos, 822
Tel: (47) 3369 2087

Camping Sol de Verão – Av. Girassol
Tel: (47) 3369 3152

Camping Sombra e Mar – Rua Canário, 435
Tel: (47) 3393 6311

Camping Águas Cristalinas – Av. Vereador Manoel José dos Santos, 400
Tel: (47) 3369 2255

Camping Bombinhas – Av. Vereador Manoel José dos Santos
Tel: (47) 3369 2322

Camping Marolas – Av. Vereador Manoel José dos Santos, 174
Tel: (47) 3369 4103

CAPINZAL

AABB = 49 – 3555.1281  FAX  1171

www.capinzal.aabb.com.br

Dionisio Cerqueira

AABB = 49 – 3644.1348


Florianópolis

Camping dos Açores – Est. Geral do Campeche. Tel. 48 3237-4163.
www.guiafloripa.com.br/campingdosacores

Camping Águas Verdes – Rua Geral nº 65 – Bairro dos Ingleses. Tel. 48 3269-1843.

Camping Balneário São Miguel – acesso pelo km 187,5 da BR-101 p/ Curitiba (Biguaçu)
Tel. 48 3243-3245.

Camping Canasvieiras – R. Mário Lacombe, 179 (Canasvieiras), 27km. Tel. 48 3266-0457.

Camping Candango – Av. Me. Maria Vilac, 866 (Canasvieiras), 28km.

Camping Croa – Av. Tertuliano Brito Xavier, 2630 (Praia de Jurerê), 26km. Tel. 48 3266-1980
www.netcidade.com.br/campingcroa
campingcroa@attglobal.net

Camping Golfinhos – Rua dos Golfinhos (Praia dos Ingleses). Tel. 48 3244-5566.

Camping Lagoa da Conceição – Av. das Rendeiras, 1480 (Lagoa da Conceição), 15km
Tel. 48 3232-0555.

Camping Rio Vermelho – Rod. João Galberto Soares s/nº. Tel. 48 3232-4067.

Camping Eucaliptos – R. Me. Maria Vilac, s/n. Tel. 48 3266-0748 / 3266-1080.

Camping Verde Limão – Praia da Barra da Lagoa, s/n. Tel. 48 3232-3019.

Camping Trilha do Sol – R. Leonel Pereira. Tel. 48 3266-0249.

Camping Suvaco das Cobras – Est.Geral de Jurere, 2630. Tel. 48 3266-1980.

Camping Barra – Estrada GEral da Barra da Lagoa. Tel. 48 3232-3199.

Camping Costa do Sol – R.Clorinda Ventimiglia, s/n. Tel. 48 3266-1799.

AABB = 48 – 3028.9395 

http://www.aabbflorianopolis.com.br



Garopaba

Camping Lagoa Mar – Rua Lagoamar, s/nº, Garopaba. Tel. 48 3254-3187.
www.lagoamar.com.br

Camping Garopaba – Rua Nereu Ramos nº 115. BR-101, km 272. Tel. 48 3254-3256.

Jardim da Lagoa – a 70km ao sul de Florianópolis. Rua Rosalina de Aguiar Lentz, s/nº.
Tel. 48 3254-3156.

Camping Marquinho – Rua Aderbal Ramos nº 46. Tel. 48 3254-3232.


Gravatal

Termas do Gravatal – Termas do Gravatal, 4km. BR-101, km 335. SC-348 mais 20km.
Tel. 48 3648-2122.


Içara

Aquático Parque Verde – Lagoa do Faxinal, 17km. Tel. 48 3468-1091 e 3433-0266.

Campestre Iate Clube – Lagoa dos Esteves, 18km. Tel. 48 3468-1223.

Camping Lagoa dos Esteves – Lagoa dos Esteves, 18km. BR-101, km 381. Tel. 48 3468-1223.

Rincão Piloto – Av. Leoberto Leal, 215 (dist. de Rincão) 16km. Tel/Fax. 48 3468-1754.

Camping Esplanada – Rua Ipiranga, 305 – Centro.


Imbituba

Camping Jangadeiro – Rua Quintino Bocaiuva nº 10 – Praia de Imbituba. Tel. 48 3255-0092.

Camping Itapituba – Rod. Br 101 Km 296.

POSTO NOVA BRASILIA – AO LADO DIREITO DA BR 101 SENTIDO NORTE SUL = PROPRIETARIO SR. RENATO  (48) 3255.71.79 ao lado da FERJUR.

ITA

Camping thermas:- 49-3458.1909  Sr. Ricardo e Josiane,

                                      Email:- parquethermasita@vupt.com.br

R$ 10,00 por pessoa ( ligar antes)


Itapema

Brisa do Mar Camping – Av. Nereu Ramos nº 950, Centro. Tel. (47) 9985-1101.
campingbrisadomar@yahoo.com.br

Camping Carolina – Br 101 – Km 150. Tel. 47 3369-4109

Camping Andorinha – Av. Nereu Ramos 108. Tel. 47 3368-4160

Camping Beira Mar – Av. Nereu Ramos, Praia De Itapema. Tel. 47 3368-4386


Itapoá

Barraca Armada – Acesso pela Av. Atlântica, s/nº. Tel. 41 3256-9411.

Camping d’Itapoá – Av. Principal (Praia de Itapoá). Tel. 47 3443-6022.


Jaguaruna

Camping Lago Azul – Estr. p/ Arroio Corrente, 7km. Tel. 48 3624-0290 e 3624-0143.

Camping Panorama – Praia de Campo Bom, 19km, Rua Geral s/nº.
Tel. 48 3433-5207 e 3433-3125.

Joinvile

Parque Aquatico Recanto Davet = camping R$ 20,00 p/pessoa

Rodov. SC 301 Km 3 – Estrada do Pico – Pirabeiraba – Joinvile – SC

Fone:- 47 – 3428.0485 – 91090485  Email:-contato@parqueaguaticorecantodavet.com.br

Baixa temporada = só finais de semana. Alta de Novembro a Março das 8:00 às 20hs


Lages

Camping Tio Carmo. Tel. 49 3222-5460.

Camping Machado. Tel. 49 3224-2421.

Laguna

Camping Senhor Natureza – Morro da Glória, 1km. Tel. 48 3647-0356 e 51 3211-2144.

Camping Farol – Estrada Geral do Farol de Santa Marta – Prainha do Farol a 100m.
Tel. 48 3647-0572 e 9986-1129.

Camping Molhes da Barra – Av. São Joaquim, 57. Tel. 48 3647-0686.

Maravilha

AABB = 49 – 3664.0093  FAX 0290


Navegantes

CCB-SC-02 – Rua Bernardino A. Nascimento, s/nº. Tel. 47 3224-3083.

Recanto do Gravatá – Sec. Tur. Av. Ivo Silveira, s/nº. Tel. 47 3342-1036.


Palhoça

Camping Floramar – Acesso pelo km 226 da BR-101 p/ Garopaba,(Praia de Fora) 12,5km
Tel. 48 3242-8144.

Camping Pinheira – Acesso pelo km 242 da BR-101 p/ Garopaba,(Praia de Cima) 37km.
Tel. 48 3283-1155.

Ponta dos Papagaios – Acesso pelo km 237 da BR-101 p/ Garopaba,(Praia do Sonho) 29km.
Tel. 48 3286-1114.

Camping Sonhos – Av. Nova Aurora, 278  Acesso pelo km 237 da BR-101 p/ Garopaba,(Praia do Sonho) 29km.
Tel. 48 3286-1176/3286.1213


Palmitos

Cooperarco – Arborizado, ao lado do Rio Uruguai. Tel. 49 3872-0120.

Ilha Redonda – Balneário de Ilha Redonda. Tel. 49 3872-0410 e 3872-0477.

AABB = 49 – 3647.0069 

http://www.aabbpalmitos.com.br


Penha

Camping do Flamboyant Amarelo – Av. S. João, (Praia da Armação) 6km. Tel. 47 9989 5619.

Camping Praia do Poa – Rua Waldemar Werner 1. Tel. 47 3345-0155.

Camping Praia Vermelha – Praia Vermelha. Tel. 47 3345-0447.

Camping Praia Alegre Constancio – Rua Cecílio Philament De Oliveira 45. Tel. 47 3322-6363.

Camping Litoral – Rua Brusque. Tel. 47 3345-0115.

Camping Shangri-La – Av. Itapocorói 1875. Tel. 47 3345-0359.


Piçarras

Camping Terramar – Av. Beira Rio Km 1. Tel. 47 3345-0928.

Camping Tigre – Av. Nereu Ramos, 1902 – Norte. Tel. 47 3345-0941 e 3345-2339


Piratuba

Camping Piratuba – Final Da Av 18 De Fevereiro. Tel. 49 3553-0132.
www.piratuba.com.br


Pontal Do Sul

Camping Recanto Do Mel – Av. Beira Mar, 27. Tel. 41 3455-2251.


Porto Belo

Camping Dolce Vita Mar – Rua Manoel Fellipe da Silva, 521 – Centro. Tel. 47 3369-4106.
www.dolcevitamar.hpg.com.br
ellavita@terra.com.br

Camping Paroquial – Av. Governador Celso Ramos. Tel. 47 3369-4062.

Camping Blumenauense – Rua Senador Atílio Fontana, S/Nº. Tel. 47 3369-4208.


Rio dos Cedros

Camping Ilha – Estrada Geral Palmeiras, s/nº. Tel. 47 9973-9000 e 3386-1050.

RIO DO SUL

Parque Harry Hobus – fica ao lado da BR 470, tem agua, luz, internet, iluminação publica e ronda policial . É da prefeitura 


São Carlos

Camping Águas da Prata – Rua Rio Grande do Sul, s/nº. Tel 49 3725-4392.


São Francisco do Sul

Camping Tonys – Rua Campos Novos, 563. Tel. 47 442-3288 e 41 3267-5137.

Camping Clube Suíço – Rod. Duque De Caxias, Km 7. Tel. 47 3442-2584.

Ubatuba Camping – Rodovia Duque De Caxias 1585. Tel. 47 3442-2031.

Camping Parque Balneario Oasis – Rua 7 De Setembro, S/Nº – Cx. Postal 89.

São José do Cedro

AABB = 49 – 3643.0981


São Martinho

Camping Salto Das Aguas – Tel. 48 3645-0321.


São Joaquim

CCB – SC 01 – Rua do Camping s/nº. Tel. 49 3224-3083.

São Miguel do Oeste

AABB = 49 – 3622.0802 FAX 3621.0057

http://www.saomigueldooeste.aabb.com.br


Sombrio

Gaivota Camping Tur – Estrada Para Balneário 6 Km. Tel. 48 3583-1311.

Tangará

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Xaxim

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O Dia que Fomos Acolhidos por Uma Comunidade Quilombola

Sempre que me perguntam o que há de melhor em viver na estrada eu não hesito em responder: As pessoas.

Sim, as pessoas que encontramos pelo caminho nos fornecem o maior tesouro a ser levado em nossa bagagem e foi em um desses momentos que nos perdemos pelo caminho que o destino sabiamente nos colocou na direção da comunidade Quilombola São Roque, localizada na Cidade de Praia Grande em Santa Catarina na divisa com Rio Grande do sul.

Fomos para passar apenas uma noite mas a forma que fomos acolhidos por todos da comunidade nos fizeram passar 3 noites e 3 dias e por pouco não ficamos mais.

A comunidade São Roque ainda mantém viva a cultura e tradição de seus antepassados e com cada ancião com quem conversávamos era uma completa aula de história.

O Assunto rendeu tanto, que estou montando um pequeno documentário com fragmentos dos relatos e histórias
de violência e injustiça, mas também de lutas e resistência. A comunidade foi formada da indignação de homens e mulheres que se recusaram a trabalhar como escravos, formando o quilombo São Roque.

O tempo passou mas a resistência e a luta desse povo sofrido continuam até os dias atuais, até mesmo para poder plantar na terra que vivem desde meados de 1.800 eles precisam lutar na justiça, fato que ocorre desde 2004 quando foram proibidos de cultivar a terra dos seus antepassados por elas estarem inseridas nas regiões dos Cânions, protegidos pelas leis ambientais.

Réplica de uma casa da época da escravidão. Esta casa fica ao lado da escola da Comunidade São Roque.

Contam que no período da proibição muitas famílias começaram a passar fome, era da terra eles tiravam todo o sustento de suas famílias. Após a proibição muitos venderam suas terras por trocados e migraram para a cidade mas sem saber ler ou escrever acabaram por viver uma nova escravidão, o da fome, do preconceito e da falta de apoio político.

Hoje com o apoio de algumas entidades e promotores de justiça estão aos poucos conseguindo reaver as suas terras e expulsar os impostores que estavam explorando a área de forma ilegal. Estão conseguindo cultivar suas roças familiares e aos poucos o sorriso branco e largo, que aliás é uma característica marcante desse povo esta voltando.

As histórias são muitas e os contos e lendas também. Conversar com o Sr Dirceu e seu irmão Valdir nos fez viajar ao passado quando ficava eu e meus irmãos sentados ao lado do fogão a lenha comendo pinhão e ouvindo nossos avós contarem as lendas dos “matos”, eram estórias de boitatá, mula sem cabeça, corpo seco entre tantas outras. Lá na comunidade ouvimos o conto do Príncipe que percorria a região da Pedra Branca em busca de uma noiva, ouvimos o conto do espírito perdido do moço que encilhou a própria mãe e por aí vai. Se passam horas e horas ouvindo a história deles sem que nos cansemos.

Mas como não é só de contos e histórias que eles vivem, fomos fuçar um pouquinho para saber mais sobre o que eles plantam, como vivem, artesanato, culinária e escola.

Descobrimos que plantam de tudo um pouco e o Pedro foi conhecer a roça do Elizeu que hoje é o presidente da associação. Ele nos recebeu em sua casa para o café da tarde e sua esposa Simone com todo o carinho nos preparou um delicioso pão de Ló.

Acolhida sábado a tarde na Casa do Eliseu e da Simone, com direito a chimarrão e Pão de Ló

De lá saímos com a feira da semana feita e o coração cheio de alegria.

Ganhamos Aipim fresquinho, couve, alface, cheiro verde, ovos caipira. Mais tarde outro morador nos trouxe espigas de milho verde, outro nos trouxe lambari pescados no rio que passava bem atrás no nosso acampamento e também trouxe um potinho de farofa de amendoim feito no pilão, nossa, esse último presente foi para me derrubar, quase chorei, juro. Mas você deve estar pensando, tá, o que um potinho de farofa de amendoim tem de tão especial? Tem gosto de infância, minha avó fazia e eu amava.

Rio que passava logo atrás do nosso acampamento

Ainda Tem a dona Maria, anfitriã muito acolhedora e simpática, ela tem uma pequena venda de coisas que ela mesma produz. Em sua maioria conservas e geleias feitas com produtos locais. Na cozinha ela prepara carinhosamente uma polenta, comida a base de farinha de milho que era muito apreciada pelos seus antepassados e servida sempre com fartura até hoje na mesa do povo Quilombola São Roque. _”É uma herança que guardamos com carinho”, conta dona Maria Rita dos Santos

Como podem perceber, todo esse carinho e acolhida deixou marcas registradas, não apenas em nossas câmeras fotográficas mas também em nossos corações.

Descobrimos também que eles mantem viva a tradição da confecção de cestos e balaios que são feitos com tiras de cipó ou com taquara de Bambu, utensílios esses que eram muito usados pelos seus avós para guardar milho ou outros produtos. Eles colocavam no lombo das mulas e transportavam as cargas até São Francisco de Paula, onde tudo era vendido,” conta o sr João Gabriel.

Na comunidade todos fazem questão de manter viva as tradições de seus antepassados, seja através da música, da agricultura ou do artesanato.

Na única escolinha da comunidade ensina-se o bê-á-bá para os pequeninos durante o dia e a noite ensina-se os adultos não apenas como se fazer valer das letras, mas também como resgatar por exemplo, os conhecimentos das plantas medicinais, plantas estas que até hoje são utilizadas pela comunidade para tratar e curar os mais diversos males que acometem homens e bichos (em sua maioria causadas em razão da modernidade), um conhecimento que sem dúvida não pode se perder.

E claro que em meio a tantos presentes que ganhamos, não podia faltar uma erva medicinal, quer dizer, duas ervas. Ganhamos do Sr Dirceu a Quina e uma”vorta” de cipó Mil Homens, a primeira serve melhora a digestão, ajuda a desintoxicar o fígado e o organismo, tem ação antisséptica e anti-inflamatória, auxilia no tratamento da malária, combate a febre, reduz dores no corpo….enfim, as propriedades são Muitas.

Já o cipó de Mil Homens é uma das plantas com propriedades medicinais fortíssimas e com um nome bastante curioso batizado pelo sanitarista Carlos Chagas, que usou o tal cipó para tratar milhares de operários das ferrovias brasileiras, contaminados por um tipo perigoso de malária.

Na noite em que chegamos era o encerramento do ano escolar (inicio de dezembro), lá pudemos conhecer alguns dos professores e vários membros da comunidade. O Sr Dirceu e seu irmão Valdir faziam parte dessa turma, ambos já passado dos 60 anos decidiram andar 5 km toda noite para frequentarem as aulas noturna, e pasmem, o Sr Valdir disse que ainda fará uma faculdade.

Em razão do tempo que acabou sendo corrido, acabamos não indo até a casa deles, que segundo o que nos explicaram é feita de pau a pique, coberta de lona e fica inserida bem no meio da floresta, lá não tem luz nem água encanada e vez ou outra o Leão aparece e acaba comendo um porco e uma vez acabou pegando um dos cachorros deles. Confesso que lamentei muito não poder ir até lá tomar um café tropeiro com eles.

Dentro do território da comunidade esta inserido um ponto turístico bastante procurado pelos aventureiros, a famosa Pedra Branca. São aproximadamente 900 metros de altitude, não parece muito né, mas não subestime, a trilha é bem perigosa em razão das diversas serpentes que habitam a região, uma aliás passou entre os pés do Pedro e por sorte o anjinho da guarda dele estava bem antenado.

Não íamos fazer essa trilha sozinhos justamente por receio das cobras, mas como sempre somos presenteados com a presença de pessoas especiais, acabamos por encontrar o Lobão e sua turma, guias experientes e conhecedores dos perigos e armadilhas a que podemos ser vítimas em meio a mata. E claro que aceitamos o convite, para a nossa felicidade, afinal, se não fosse pela ajuda deles não teríamos chego ao topo da escalada.

Ao Bruno coube carregar a mochilinha da Duda, a mim e ao Pedro coube ofegar muito, dar muito trabalho e deixar todo mundo sem água com uma certa antecedência. Foram pouco mais de 3 horas de caminhada sob o sol de quase 40 graus, no final para alcançar o topo tive um apoio extra do Lobão que apanhou meus pulsos e literalmente puxou-me pelos últimos 100 metros sobre a rocha lisa.

E no final o premio, uma vista de tirar o fôlego. No topo dessa pedra há uma plataforma Base Jump (tem doido pra tudo).

Na volta com sede, com fome, cansados e suados de dar dó, fomos direto tomar água, cervejinha gelada e colocar a carne no fogo. Uma panelada de mandioca que ganhamos no dia anterior e um pouco de carne fizeram a nossa festa e de mais algumas crianças da comunidade que se sentaram no chão em circulo e comeram junto com a gente, direto com as mãos mesmo. Foi bom demais compartilhar esse momento com eles pena que no meio a fome e a muvuca nem lembrei de pegar a câmera para registrar.

Comunidade São Roque localizada na cidade de Praia Grande em Santa Catarina.

Enquanto comíamos rolava um jogo de futebol no Campinho e muita música alegre tocada e cantada por alguns integrantes da comunidade, enquanto isso lá dentro na sede da escola eram preparada comidas e petiscos e na nossa casinha recebíamos as visitas dos nossos amiguinhos que deixaram nossa casinha mais alegre e colorida.

Nosso amiguinho foi visitar nossa casinha….

No Balção entre a cozinha e a sala “social” da escola onde acontece a maior parte dos eventos, também estavam expostos algumas gamelas talhadas na madeira e feitas a mão pelo Elizeu, atual presidente da associação dos Quilombolas. Compramos uma e desde então ela é nossa companhia em todos os nossos churrascos.

No outro canto da Sala próximo a um palco de madeira estavam expostos alguns quadros feitos por um dos senhores mais antigos da vila.

E assim passamos nossos 3 dias, cercados de pessoas, cercados de histórias, de costumes, de aventuras e acima de tudo cercados de muito carinho.

Por isso só posso finalizar esse post dizendo, Obrigada Eliseu, obrigada Simone, Dna Maria, Sr Dirceu, Sr Valdir, Sr Roque, Sr João e tantos outros rostos que embora eu não consiga lembrar o nome de todos, ficarão gravados em nossa memória e coração para sempre.

Obrigada Comunidade São Roque.

Algumas observações.

A comunidade nos forneceu água, luz e banheiro com chuveiro quente, eles não cobram valores de diária mas cada um deve contribuir com o que puder ou achar justo, afinal a Luz consumida não é gratuita para eles.

A região fica aproximadamente 30 km da trilha do Rio do Boi, então se você quer se aventurar um pouco mais essa dica pode ser uma boa pedida, há, e se tiver donativos como roupas, brinquedos ou alimentos pode ter certeza que serão bem aproveitados por eles, tem muita gente que precisa. Junte os amigos e se aventure, depois volte aqui e me conte como foi a tua experiência.

Cânion Espraiado

Encantamento foi a palavra que encontrei para descrever essa região. Sabe aquele lugar que te dá dor na mandíbula de tanto falar “Ohhhh”, para onde você olha vem logo um “Ohhhh” acompanhado, pois bem, esse é o lugar.

Cânion Espraiado – Urubici (foto de Noemi Cardoso)

O Cânion Espraiado fica localizado no Morro do Campo dos Padres, nome dado em alusão a passagem dos Jesuítas no período das missões, os quais se refugiavam nessas localidades, aliás, a região abriga um antigo cemitério Jesuíta, visível apenas para quem faz as trilhas mais longas (são poucos que se aventuram).

A região é provida de inúmeras  lendas, esculturas geológicas e, cercada de  montanhas, escarpas e chapadas, além dos  cânions e das cachoeiras  que compõem todo o cenário.

Contém um dos pontos mais elevados de Santa Catarina, com 1827 metros de altitude

É uma região excelente para praticantes de Trekking, pois até mesmo o acesso só é possível com mochilão, carro 4×4, moto de trilha, alguns doidinhos arriscam a subida com bike e não sei como consegue, mas conseguem. Com carro pequeno não arrisque ou você vai inevitavelmente ficar pelo caminho e detalhe, lá não chega guincho.

Esse acesso se dá Por Ububici e tem mais ou menos 10km. Parece bem pouco né, mas levamos quase 2 horas para fazer a subida em uma Ranger 4×4  com bloqueio do diferencial e com marcha  reduzida, tudo bem que havia acabado de cair um toró de água, mas o trajeto é complicado mesmo. Eu cheguei a achar que não chegaríamos a lugar algum, e que logo logo eu seria devorada por um leão da montanha em uma das diversas porteiras que tive que descer para abrir (ainda bem que o bicho tem búfalos e javalis selvagens para caçar na região), ufa, me salvei para contar essa história.

Caso você não queira fazer um mochilão e também não disponha de um 4×4, fique tranquilo, ainda dá para chegar até lá utilizando-se do serviço de transporte do pessoal que cuida e administra a visitação no cânion. Eles não possuem site então vou deixar o link da fan page deles no final do post.

Outra coisa, se você é aquele que gosta de luxo, não vá. A única habitação é do pessoal que mora e que fazem as cobranças de acesso ao Cânion. Lá você encontrará um rancho muito, mas muito rústico mesmo com o chão forrado de cepilho um fogão a lenha compartilhado por todos, cachorros e galinhas circulando pelo ambiente enquanto você prepara um rango qualquer.

Se você usar o camping será estilo selvagem e se não compartilhar cozinha, luz e água você irá pagar uns 5 reais a menos no valor da diária, o que do meu ponto de vista não vale a pena, até porque o pessoal que lá mora cobram bem pelas estadias mas oferecem quase nada.

O único banheiro em cimento bruto é compartilhado por todos (torça pra ter pouca gente). Se você quiser se alimentar lá no local eles fazem as refeições mediante encomenda (normalmente para grupos), também é possível fazer rappel, trilha para a cachoeira e Slackline , para isso é preciso contratar um guia (todos os moradores são guias e praticantes de esportes radicais) e possuem todo o equipamento necessário.

Há também a possibilidade de pousar nos beliches que eles alugam em quarto compartilhado, os ciclistas que chegaram na mesma noite que nós fizeram essa opção.

Nós felizmente estávamos a bordo da nossa Terra Bruta, mas em razão do vento que é muito forte na região não pudemos montar o toldo com fechamento, então cozinhamos no fogão a lenha deles, rodeados de cachorros e galinhas, mas foi bem divertido e diferente. Nosso stress ficou por conta de não poder soltar a Dudinha nem para fazer xixi porque os cachorros (tinha uns 15) representavam uma ameça grande pra ela.

No dia seguinte da nossa chegada fizemos a trilha que leva a borda do Cânion, não é muito longa e bem tranquila de se fazer (pra quem gosta de Trekking) e não precisa de guia, a dificuldade maior fica por conta do Charco que são grandes poças d’água com quantidade de lama variável e se formam principalmente na grama e em depressões na terras, no caso do Espraiado esses charcos se estendem por quilômetros e são cobertos por um tipo de graminha típica da região, então use meias adequadas e sapatos de trilhas bem isolados pois os pés afundam e molham bastante em alguns trechos.

No segundo entardecer fomos ver o pôr do Sol no morro da Torre como é chamado pelo pessoal da região. É um dos pontos mais altos a que se tem acesso com pouco mais de 1.600 metros de altitude e é chamado assim em razão de ter uma torre de medição de ventos nele, a vista é simplesmente incrível. Fomos com a Terra Bruta até lá porque fica a 8 km da casa de apoio e para voltar a noite de apé em meio a búfalos selvagens não nos pareceu uma boa ideia.

As fotos que aqui deixamos pode transmitir um pouco do da beleza da região mas não conseguirá mostrar a vocês o tamanho da alegria e emoção que sentimos, só indo e presenciando essa obra da natureza para vocês terem uma ideia do quão belo é esse nosso planetinha. Dos Cânions que conhecemos no Sul do país esse esta em primeiro lugar, não sei se apenas pela beleza, ou pelo fato que aqui ainda há pouca mão do homem aqui, a gente se sente isolado do mundo e mais perto de Deus (aquele que habita em mim e habita em você), sem dúvida um convite a meditação e reflexões.

Dificilmente sentimos vontade de retornar aos mesmos lugares, entretanto, alguns ficam tão marcados na memória que a volta é inevitável. No Cânion Espraiado já ta certo que o dia que conseguirmos adquirir nosso tão sonhado Drone, iremos voltar e registrar mais um pouquinho dessa obra divina protegida por Deus e admirada pelos homens.

Quando vocês forem conhecer, venham aqui e nos contem o que acharam e o que sentiram chegando lá.

São José dos Ausentes

Por muitas vezes vimos reportagens e imagens das regiões das Serras gaúchas, e ficávamos encantados, sonhando com o dia em que cavalgaríamos nesses campos  cercados por gado e cânions por todos os lados e que seriam ainda mais lindos do que aqueles que víamos através da telinha da Tv. Embora a região conhecida como Pampas esteja mais ao sul, segundo o IBF (Instituto Brasileiro de Florestas) toda região de coxilha pode também, em razão do tipo do solo e vegetação ser chamada de Pampas, entretanto são mais conhecidos como Campos Altos, mas isso não importa, o que importe é que…

Esse dia tão esperado chegou e a experiência foi incrível, enfim conhecemos São José dos Ausentes.

A história se faz presente muito mais do que apenas no nome, no século XVIII  desbravadores encontram um lugar intacto pelo homem e desenhado por Deus, abraçado pelo estado de santa Catarina entre o rio Pelotas e nascente do rio das Antas estava localizado o maior latifúndio do Rio Grande do Sul, a Fazenda dos Ausentes, localizado em uma região privilegiada do país, São José dos ausentes esta inserido em um Eco sistema único, os campos de cima da Serra são formados por campos de altitude e matas de araucárias.

Junto as belezas naturais a região oferece grandes atrativos como a vista exuberante do pico e Cânion Monte Negro, Coxilha e Cruzinha além das majestosas taipas e mangueirões de pedras que te propiciam uma volta ao passado, o desnível dos rios, cujo fenômeno é de ímpar beleza, os passeios a cavalo pelas coxilhas e a rotina dos campeiros na lida diária, a comida típica em sua maioria feita com produtos cultivados ali mesmo na região, no quintal de cada casa ou pousadas dão um toque inesquecível nessa aventura.

São José dos ausentes sem dúvida oferece um diversificado e envolvente cenário natural envolto em um clima subtropical com temperaturas negativas que deixa suas marcas em campos e matas cobertos pela geada e a fantástica neve que altera as cores da paisagem dos campos de cima da serra no período de inverno.

São inúmeras pousadas disponíveis aos turistas, hospedar-se  em uma delas é sentir-se em casa, elas são sinônimos de aconchego e conforto. A maioria oferece  a possibilidade para acampar, embora não possuam uma área específica para camping, fornecem água, luz e banheiro com chuveiro quente, e quem não quiser cozinhar pode fazer todas as refeições na pousada e saborear comidinhas com gostinho do tempero da vovó.

Nós ficamos na fazenda e pousada Aparados da Serra (contato no link https://amorsobrerodas.blog.br/dicas-de-viagem/fotos/ , a última da rua que dá acesso aos Cânions. Como estávamos a bordo da nossa Terra Bruta e no período de verão, não fizemos uso das instalações da pousada, cozinhamos a nossa própria comidinha como de costume mas fizemos questão de conhecer as instalações e verificar como é o café da manhã servido na pousada que para nossa surpresa apresentou-se um verdadeiro banquete.

A aventura principal ficou por conta dos passeios a cavalo, meu marido tinha medo que eu me estabanasse no chão mas no final deu tudo certo, sem nenhum susto nem tombos.

No primeiro dia fomos para o Cânion da Coxilha, este é pouco divulgado mas para mim foi o mais bonito de todos.

Foram aproximadamente 3 horas de cavalgada com uma vista simplesmente de tirar o fôlego, nesse cânion não chegamos a cavalo até a borda pois é uma região que tem muito gado e para segurança deles, o Cânion todo é protegido  com cercas de arame (passamos por baixo de algumas). Para onde olhávamos víamos campos e mais campos verdinhos e o vento forte era o único som que ouvíamos o que transformava cenário simplesmente mágico e inesquecível.

No segundo dia quase não conseguimos sair da cama devido as dores no corpo da cavalgada do dia anterior (esse negócio é para os fortes) mas a vontade de conhecer os outros 2 cânions (Cruzinha e Monte Negro) nos fez pular rapidinho.

Fizemos nosso tradicional ovos mexidos com café preto fresquinho e saímos  para mais 15 km de cavalgada, dessa vez chegamos até a borda dos Cânions a cavalo e confesso que me superei pois havia prometido poucas horas antes de que não teria coragem para tanto, mas a vista é tão incrível que supera qualquer medo, e demais a mais os cavalos conhecem o caminho e os perigos e a minha Princesa era realmente uma lady e me conduziu de forma tranquila e sem sustos mas a Dudinha ficou um pouquinho enciumada, mas essa história conto pra vocês lá nos nossos vídeos no Canal do Youtube que logo logo vai para o ar.

Eu estava ansiosa para ver a famosa Viração, e nesse segundo dia fomos agraciados por ela. Tivemos a felicidade de conhecer e fotografar os Cânions Cruzinha e Monte Negro ainda com o tempo limpo e em seguida, um pouco antes de irmos embora começou a Viração, esse é um fenômeno que ocorre devido ao choque térmico da massa fria com o calor estacionado na altitude, fazendo com que uma névoa quase palpável se concentre no interior do cânion.

No Cânion Monte Negro tivemos o privilégio de fotografar e filmar bem de pertinho esses dois filhotes de abutre se preparando para lançar seus primeiros voos.

Aqui no Blog vou deixar algumas foto e um convite para que clique no link abaixo e assista o vídeo completo.

Cânions São José dos Ausentes – Amor Sobre rodas, a vida em um Trailer

Aproveite para seguir nosso Blog e nossa Fanpage e venha conosco nessa aventura. https://www.facebook.com/amorsobrerodasPedroeNoemi/

Serra do Corvo Branco

A Serra do Corvo Branco  é uma estrada sinuosa e panorâmica situada  em Grão Pará, cidadezinha com  uma população: 6.537 habitantes segundo IBGE/2017.  Grão Pará ocupa uma área de 338 km², a 110 m de altitude e faz divisa com: Urubici, Rio Fortuna, Braço do Norte e Orleans

Chegamos em Urubici final de tarde e seguimos direto para a Serra do Corvo Branco, no início do trajeto dá a impressão que a estrada não leva a lugar nenhum, mas de repente  nos deparamos com dois paredões de pedra que impressionam, e ali começou a descida por uma estradinha toda quebradiça e com despenhadeiros que colocam medo, entretanto a vista é tão linda que logo o medo é substituído pelo sentimento de contemplação.

Vale lembrar que estávamos apenas  com a casinha 4×4 (Terra Bruta), a outra casinha ficou ancorada no camping em Gramado pois ela não passaria ali naquela  estradinha nem que fosse desmontada, por isso não recomendamos passar com trailer ou motorhome grande nessa serra, o risco de acidente é bem alto pois mesmo para os carros pequenos, há trechos em que um tem que parar para o outro passa, e em alguns trechos é complicar dar ré para abrir  algum espaço de passagem.

Para quem quiser ir de trailer pode seguir sentido Grão Pará até Aiurê, e deixar estacionado o Trailer na Cabana Corvo Branco (veja imagens e contato abaixo. A Cabana Corvo Branco é uma lanchonete que havia sido inaugurada a apenas 60 dias quando por lá passamos, e a recepção e acolhida foi tanta que resolvemos deixar o contato aqui para vocês, vale  alertar que eles ainda estão implantando uma área para trailer, motorhome e barracas, portanto é importante ligar com antecedência e combinar certinho valores (no nosso caso eles nem queriam cobrar, mas fizemos questão de comprar algumas coisas na lanchonete deles e de deixar um valor que foi simbólico apenas para agradecer a acolhida, afinal passamos duas noites estacionados lá e utilizamos os banheiros, água e luz deles.

Tel:  (48) 99923-5902 Adriano ou Vanda

Cabana Corvo Branco – Grã Pará

Por enquanto a Cabana não oferece chuveiro, tivemos o privilégio de inaugurar a duchinha da nossa casinha. Na primeira noite até colocamos o toldo pra tomar o banho, na segunda noite, bem, na segunda noite nem vou entrar em detalhes, fica por conta da imaginação de vocês, só garanto que entrou pra história…eheh

Veja abaixo mais algumas imagens dessa aventura e até a próxima.

Reserva Natural Salto Marato

localizacao

A Reserva Natural Salto Morato está localizada em Guaraqueçaba, no litoral Norte do Paraná. Em 1994, a área foi comprada com o apoio financeiro da The Nature Conservancy e, no mesmo ano, foi reconhecida como Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN). Desde 1996, é aberta ao público e se tornou uma das atrações turísticas do município de Guaraqueçaba (PR). Em 1999, foi reconhecida pela Unesco como Sítio do Patrimônio Natural da Humanidade.

A Reserva Natural Salto Morato abriga uma área de 2.253 hectares de Mata Atlântica e encontra-se em região com expressiva concentração de espécies de aves endêmicas – ou seja, que ocorrem apenas no bioma -, sendo várias delas ameaçadas de extinção.

O local conta com trilhas interpretativas, alojamento para pesquisadores, centro de visitantes, quiosques, camping, centro de pesquisa e laboratório, além de uma estação meteorológica (no padrão do Sistema Meteorológico do Paraná – SIMEPAR), que registra dados climáticos a cada 15 minutos. Não é permitida a entrada de qualquer animal de estimação ou doméstico incluindo, mas não se limitando a: cachorros, gatos, coelhos e aves de qualquer espécie ou porte. A presença desses animais, mesmo acompanhados de seus donos e com documentação de viagem e carteira de vacinação em dia, pode interferir no equilíbrio e na preservação da reserva.

Desde a sua criação, a Reserva Natural Salto Morato dá apoio a pesquisas científicas, disponibilizando estruturas físicas e de pessoal, até o custeio de despesas com transporte, alimentação ou equipamentos de campo, dependendo do objetivo proposto por cada projeto.

Até hoje, foi registrada a ocorrência de 646 espécies vegetais vasculares, 93 espécies de mamíferos, 325 espécies de aves, 36 espécies de répteis, 61 espécies de anfíbios e 55 espécies de peixes na Reserva Natural Salto Morato.  (Dados fornecidos pela Fundação o Boticário). (Dados fornecidos pela Fundação o Boticário).

Assista o vídeo da reserva e se encante:

  • INGRESSOR$ 10,00 (inteira)
    R$ 5,00 (meia)  (na data desta postagem)
  • CAMPING Diária de R$ 15,00 por pessoa.É necessário reservar com antecedência por telefone ou e-mail.
  • HORÁRIOS: De terça-feira a domingo, das 8h30 às 17h30**  (melhor sempre ligar antes pois pode ocorrer que em alguns períodos a reserva esteja fechada).
  • Recomendamos também não chegar após as 16 horas para fazer a trilha até o salto, embora a trilha seja limpa e sinalizada, levamos próximo de uma hora e trinta para percorre-la (ida e volta).
  • CONTATO: morato@fundacaogrupoboticario.org.br(41) 3375-9671

 

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Prudentópolis

Cachoeiras em Prudentópolis

Enquanto  executamos todos os preparativos para nos lançarmos na estrada,  resolvemos ir fazendo algumas viagens mais curtas, somente com a barraca, para irmos esquentando as turbinas.

Conhecer as cachoeiras gigantes em  Prudentópolis não poderia faltar em nosso roteiro, afinal, elas são de fato incríveis, e lá também esta plantada um pouquinho da história do Pedro, que quando meninote frequentou o seminário local, de origem Ucraniana é claro, pois essa é a sua descendência.

A cidade relativamente nova com apenas 107 anos de idade  e com aproximadamente 49 mil habitantes, destaca-se especialmente pelo seu aspecto religioso formada em sua maioria por imigrantes Ucraniano. Consta nos registro que em   1896 ocorreu a entrada de 1.500 famílias, em um total aproximado de oito mil pessoas. A imigração continuou até os anos de 1920, diminuindo ao longo do tempo.

Assim, Prudentópolis tornou-se o município brasileiro que mais receberam ucranianos. Nesse processo de colonização, destaca-se também a vinda de outros povos, como poloneses, alemães e italianos. Esses imigrantes  dedicaram-se à agricultura, pecuária e à pequena indústria, contribuindo para o progresso e a prosperidade da região. Todo esse processo resultou no estabelecimento de Prudentópolis como município, através da lei estadual nº 615, de 5 de março de 1906, com seu território desmembrado de Guarapuava, no dia 12 de agosto do mesmo ano.

Infelizmente em razão do pouco tempo que tínhamos para conhecermos o local, optamos por nos concentrarmos nas cachoeiras e acabamos não podendo visitar o Museu (que estava fechado na ocasião) e as muitas Igrejas, a grande maioria pode facilmente ser  reconhecida pelas belíssimas cúpulas de origem bizantina que majestosamente habitam os topos de toda igreja Ucraniana, seja ela pequenina capela ou uma majestosa Arquidiocese.

A beleza e significado das Igrejas Ucranianas são tamanhos que merece aqui um parágrafo a parte, mesmo incorrendo no risco do texto estender-se demais e fugir um pouco do assunto Cachoeiras, mas falar de Prudentópolis sem frisar esse lado cultural e religioso do seu povo é quase impossível.

Passamos em frente de várias, fotografamos algumas mas não pudemos entrar, ou porque estavam fechadas no horário que passamos ou em razão do nosso tempo apertado para visitarmos o local. Ainda assim a beleza das cúpulas nos causou tanto encantamento que resolvemos pesquisar um pouco mais sobre o assunto e descobrimos o Sr Hryhorij Nedorub, que gentilmente aceita ser chamado de Gregório pela dificuldade em pronunciar seu nome e que aos 76 anos, esse ucraniano morador em Curitiba e imigrante  da região de Poltava é o último artesão a dominar a técnica de construir cúpulas, principal símbolo da arquitetura religiosa ucraniana.

De formato geralmente arredondado e octogonal, elas simbolizam a chama de uma vela que conduz ao céu. “Uma única cúpula significa a fé em um único Deus, três indicam a Sagrada Família ou a fé na Santíssima Trindade e cinco sinalizam Cristo cercado pelos quatro evangelistas. Do lado de dentro, elas ainda reproduzem a abóboda celeste.”

Apesar de toda essa riqueza simbólica, é fácil saber se uma cúpula é de Gregório. Suas marcas registradas são os revestimentos “escamas de peixe” em aço inox ou alumínio, e as esferas de metal abaixo das cruzes. Construtivamente, elas são similares às outras, com esqueleto de madeira ou metal, revestido com tábuas e coberto por telhas, encontradas em algumas Igrejas da cidade de Curitiba. IMG_20160513_124031463_HDR

IMG_20160515_134559240Igreja Ucraniana Nossa Senhora do Patrocínio – foto Pedro Lucavei Filho

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Bem, vamos as cachoeiras!

Nossa maior dificuldade foi encontrar um Camping na região que tivesse a estrutura adequada para campistas e por um preço justo, é claro. Depois de muito procurar encontramos o Perehosky da dona Izabel que nos atendeu muito bem, embora tenha se esquecido de  nos avisar que a luz na área do Camping era 220V o que resultou em uma lâmpada queimada logo na chegada,  depois nos emprestou um transformador o qual também conseguimos queimar (repusemos por um novo é claro, como manda o bom senso, mas também ganhamos um litro de vinho como cortesia).

Sem nosso fogãozinho elétrico (110V) de duas bocas, companheiro de guerra passamos a fazer café tropeiro e comer só o que a churrasqueira podia nos proporcionar, o quê acabou encurtando nossa estadia em 6 dias (pretendíamos ficar 10, pudemos ficar apenas 4 entre chuva, trovoadas e espasmos de sol), entretanto, a limpeza do local, especialmente dos banheiros merecem nossa consideração, sem falar que dentro do Camping esta localizado a cachoeira Perehosky  que divide-se em uma queda menor próximo as churrasqueiras e outra queda um pouco maior localizada ao lado de um paredão de Pedras que conduz mais a frente a uma pequena caverna que visivelmente esta se aprofundando na rocha devido a umidade que desce pelas raízes das árvores que ficam logo acima. Também possui um poço formado entre as rochas no qual esta fixado  uma placa restritiva de PERIGO.

IMG_20160515_094254090_HDRCamping Perehosky

IMG_20160512_174415473Ache nosso Pet (Duda parceirinha)

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Cachoeiras do recanto Perehosky

Recanto Ninho do Corvo

Muito próximo ao recanto Perehosky esta localizado  outro Camping chamado Ninho do Corvo, mas que funciona apenas nos finais de semana e que para acampar é obrigatório comprar  o pacote turístico de trilhas ou Tirolesa, o que torna praticamente inviável pra quem quer acampar durante a semana ou que não tem interesse nos pacotes vendidos. Embora o local seja lindo e o atendimento seja de grande simpatia fato aliás que nos proporcionou o uso do wi-fi para mandar notícias para a família.

Salto São Sebastião:

A segunda queda que visitamos foi a São Sebastião, localizado aproximadamente uns 5 quilômetros do Camping em que estávamos. Lá conhecemos o simpático Sr Igor que nos explicou que estão arrumando o local para poder hospedar visitantes, hoje não há muita estrutura, apenas alguns pequenos quartos e banheiros feitos em madeira bastante simples e sem tomadas específicas para camping, ainda assim, só a receptividade faz ter vontade de ficar por ali.

A trilha a ser percorrida para conhecer a queda leva em  torno de uma hora e é bastante tranquila, para qualquer idade sem grandes atropelos. Há 3 quedas, uma logo no inicio da caminhada bem pequena seguida de outras duas magníficas quedas que ficam quase de frente uma para outra. Uma delas que é a que domina-se de Salto São Sebastião tem em torno de 120 metros de altura e com maior volume de água, nesta é possível chegarmos praticamente ao lado amparados por um guarda corpo gradeado para fazer fotos com maior segurança,

Do outro lado quase em frente fica o Salto denominado Milot que é um paredão de pedras com água em menor volume que se espalha através dele, este com aproximadamente 130 metros de altura.

Quase no final da trilha tem um mirante em madeira, já um pouco judiado pelo tempo, mas que nos proporciona uma bela vista frontal à cachoeira mais volumosa.

Entrada no Salto São Sebastião

Salto Milot (em frente ao Salto São Sebastião)

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Salto São Franciso:

Este sem dúvida foi o salto que causou maior emoção e desafios, começando pela estrada de acesso. Embora estivéssemos em uma caminhonete 4×4 havia lugares que parecia um tanto estreito demais para se passar. Todo o trajeto foi feito em estrada de chão, com muitos buracos e pedras, isso porque optamos em pegar um atalho que segundo os moradores não daria para fazer com um carro de pequeno apenas com tração dianteira, e eles estavam certos. A outra opção seria ir pela Br 277 pela Serra da Esperança, próximo a Guarapuava em que o acesso é mais tranquilo mas bem mais longo do Camping em que nos encontrávamos.

Mas o ponto chave da emoção foi a trilha que resolvemos fazer juntamente com um casal que conhecemos no Camping, eles, com longa experiência em trilhas por todo o Brasil foram  pra nós,  fonte de grande aprendizado.

A grande maioria dos visitantes passeia apenas nas trilhas no topo da cachoeira, onde a paisagem também é linda, mas não se iguala a beleza vista de baixo. É  possível entender porque poucos se aventuram na trilha, afinal são aproximadamente 4 horas de caminhada em terreno inóspito (2 indo e 2 voltando), em alguns lugares é necessário quase uma escalada para superar os obstáculos. Passagens entre pedras escorregadias e entre raízes, galhos ou troncos de árvores, ainda assim vale todo o esforço.

Na volta paramos para apanhar água e também para deixar a Duda (nossa pequena pet) esticar as perninhas e tomar água direto na fonte. Imagine um bichinho que não latiu uma vez sequer, curtiu o passeio confortável na bolsinha que hora era carregado por um, hora por outro especialmente na subida de volta em que o fôlego meu e do Pedro já não era mais o mesmo.

A queda São Francisco é majestosa e considerada uma das mais altas do Brasil, com 196 metros de altura é a única na região que tem entrada gratuita pois é um parque municipal. Possui banheiros limpos, lanchonete, e funcionários uniformizados para prestar suporte ao turista, porém não é permitido acampar dentro do parque.

Vista de baixo é ainda mais imponente e  refrescante (considerando que tava frio e havia chovido, tínhamos que tomar cuidado para não se molhar com os esguichos de água que se formavam quando a água batia nas pedras)

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Cachoeira São Francisco

 

Salto São João

 A trilha é muito tranquila e curta. Esta localizada dentro de uma propriedade particular,  cujo proprietário,  tem uma lanchonete e uma pousada logo na entrada da reserva, entretanto ao sentarmos para degustar um peixinho frito e uma porção de aipim tivemos a oportunidade de conversarmos um pouco com o proprietário e descobrimos que ele fez um bom investimento na estrutura como piscina, restaurante e a pousada e esqueceu do mais importante, aventureiro gosta mesmo é de camping, e nesse quesito deixou a desejar pois nem mesmo banheiros exclusivos, ou pontos de luz, ou ainda uma pia, fogão e geladeiras comunitários haviam no local para atender campistas, uma pena porque foi o único que encontramos na região que tem piscina e se ele tivesse olhando para o lado certo poderia lotar nos períodos mais quentes. Demos a dica como amantes do  campismo que somos, dicas aliás que foram bem recebidas pelo proprietário e nos pareceu um pouco perdido e incrédulo com o sucesso do negócio em razão do baixo movimento e faturamento.

A cachoeira embora imponente com seus 84 metros de queda, não nos impressionou muito pois dá para ver muito pouco do topo dela e não tem trilha para descer. Ao longe da estrada tem um ponto em que as pessoas param para tirar fotos de frente, mas a visão é relativamente longe.

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Salto Barão do Rio Branco

 Situado no Rio dos Patos, com 64 metros de altura e significativo volume de água, o Salto Barão do Rio Branco é utilizado para a geração de energia elétrica, através de uma Pequena Central Hidrelétrica, de propriedade da “Santa Clara Indústria de Cartões”.

O Salto me pareceu tão perigoso quanto imponente. Logo na entrada dá para perceber o descaso com os visitantes. Faltam placas sinalizando a chegada ao local, logo na entrada existem algumas casas e uma placa de “PROIBIDA A ENTRADA” o que gera dúvidas se o local é o correto. O Pedro seguindo dicas de pessoas que cruzamos pelo caminho resolveu arriscar, mas confesso que o local me deu frio na espinha. Por ser uma usina para geração de energia, é preciso primeiro passar uma ponte gradeada metálica, assim tivemos acesso ao topo da cachoeira que não tinha grades de segurança, ou melhor, tinham duas distantes uma da outra e já tortas pelo tempo e falta de manutenção. Depois encontramos uma escada imensa que desce ao lado de uma tubulação gigantesca, é assustador, mas o pior mesmo é que havia uma placa no topo da escada alertando para acidentes e risco de afogamentos. Bem, não preciso dizer que o Pedro resolveu sob meus protestos de descer sozinho, e eu lamentei por tamanho descaso em uma das cachoeiras com maior volume de água e belíssima que encontramos pelo caminho.

B.R.B.

Salto Manduri

 O local, também conhecido como Recanto Rickli é muito bonito e bem estruturado, com piscina, restaurante, banheiros e nos pareceu tudo muito limpo e organizado, entretanto o simpático atendente nos informou que não é mais possível acampar no local devido a onda de assaltos que estavam ocorrendo, é, até no paraíso os bandidos já chegaram.

Com muita atenção fomos conduzidos para conhecer o salto que não é muito alto, apenas 32 metros de altura, entretanto possui 100 metros de largura, ótimo pra praticar meditação ouvindo o som da água caindo.

salto manduri

Salto Sete

O Salto Sete é uma cachoeira com 77 metros de altura localizada a apenas 11 km do centro de Prudentópolis.
O lugar é repleto de belezas naturais: rios, nascentes, cachoeiras, animais silvestres e o maior canyon de Prudentópolis.
Pode ser praticado esportes radicais como: cascading, rapel e tirolesa. Somente com agendamento.

Possui também  pousada em forma de chalezinhos, bem simpáticos por sinal e um grande salão para eventos muito bonito e bem estruturado. A simpatia dos atendentes é impar, e até o cãozinho da casa nos serviu de guia e ficou assim, digamos, meio apaixonado pela Duda, tivemos que ficar de olhos nesses dois (risos).

Lamentamos por não podermos fazer uma trilha no local sem agendamento prévio, pois a cachoeira só pode ser vista de cima e de longe e a visibilidade não é das melhores.

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Este post já ficou muito extenso, então vamos nos despedindo por aqui com uma breve recomendação, VÃO CONHECER PRUDENTÓPOLIS, vale a visite com toda certeza, nós ainda vamos voltar com mais tempo pra pesquisar cada pedacinho  da cidade, um abraço amigos e até a próxima.

 

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Natal no Palácio Avenida em Curitiba

Qual a pessoa que não ouviu falar do natal em Curitiba, ou natal do HSBC, no Palácio Avenida, o espetáculo acontece todos os anos em Curitba, desde o tempo do banco Bamerindus, que vem encantando e iluminado a todos que assistem,  no ano de 2009 foi o 19° acontecimento.

 

O banco HSBC vem realizando a festividade com a comunidade, onde 11 casas lares de Curitiba e região, mais de 150 crianças tem a oportunidade de mostrar seu talento, seu crescimento, a sua cultura e seu artístico, bem como a sua formação como cidadão na sociedade.

Todos os anos são apresentados temas diferentes, com queimas de fogos, e a cada ano Atores são trazidos para fazer parte do espetáculo,  não há como não sentir  a emoção do espírito natalino, onde mais de 200 mil pessoas passam pela  praça para assistir, o inicio as apresentações começam no final do mês de Novembro e vai até o final do mês de Dezembro, com o apoio de mais de 400 pessoas, sendo elas músicos, aderecistas, contra-regra, produtores, cantores, eletricistas, bombeiros, médicos, e voluntários que acompanham as crianças na hora da apresentação, para ser um voluntários segue o site para a inscrição, http://www.portaldovoluntariohsbc.com.br.

Várias músicas natalinas são encenadas e cantadas como, We wish you a merry Christmas. All you need is love (beatles), Então é natal, Noite Feliz, dentre outras, outros idiomas são cantadas também em espanhol, inglês, alemão, japonês.
Curitiba conta com uma infra-estrutura para receber turistas de todos os lugares envolvendo policiamento, segurança, transporte, vários hotéis na cidade que recebem os turistas.
Alguns hotéis estão localizados ao lado do Palácio Avenida, e o turista têm o privilegio de assistir do próprio hotel as apresentações.
O Palácio Avenida é um importante edifício histórico de Curitiba, a edificação foi datada em 1929, erguida pelo imigrante e comerciante sírio-libanês Feres Merhy .
Possui uma área de 18 mil metros quadrados,antigamente era  o cine avenida, cafés (Bar Guairacá).

No final da década de 1980 o Palácio Avenida atingiu seu ponto de maior degradação estrutural. Apenas sua fachada remanescia relativamente intacta, foi recuperado e reaberto pelo banco Bamerindus.
Depois houve a venda do banco Bamerindus e passou a ser o banco HSBC.
Hoje é a  atual agencia bancaria HSBC, espaço cultural, e teatro avenida.
E com suas janelas o Palácio Avenida nos da o prazer de assistir um  espetáculo natalino todos os anos, com muitas luzes e a alegria do natal.

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Pontos Históricos e Culturais em Curitiba

Neste pôster vamos colocar  dicas de alguns pontos  culturais em Curitiba que valem a pena dar uma passadinha pra conhecer.

TEATRO GUAÍRA

http://www.escoladedancateatroguaira.pr.gov.br/modules/video/showVideo.php?video=13358

teatro guaira

TEATRO LALA SCHNEIDER

http://www.teatrolala.com.br/?menu=sobre

Teatro Lala schinaider

CATEDRAL DE CURITIBA

Catedral

A Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz de Curitiba fica na Praça Tiradentes. É um dos mais importantes patrimônios culturais da Cidade. Construída de 1876 a 1893, em estilo neogótico, segundo o projeto do arquiteto francês Alphone de Plas. Ocupa o mesmo local da antiga matriz do século 17, bem como o da sua sucessora, construída em 1720.

Até 1892, a paróquia de Curitiba estava subordinada à Sé Primacial da Bahia. A antiga Igreja Matriz foi elevada à categoria de Catedral, em 27 de abril de 1892, com a criação da Diocese de Curitiba, pela bulaAd universas orbis ecclesias, do papa Leão XIII. A Diocese foi instituída em 30 de setembro de 1894, com a posse do primeiro bispo dom José de Camargo Barros. Em 10 de maio de 1926, foi elevada à categoria de Arquidiocese.

Como suas antecessoras, a Catedral é dedicada e abriga a imagem de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, Padroeira de Curitiba. É Catedral Basílica Menor desde 8 de setembro de 1993, quando completou 100 anos.

IGREJA DO ROSÁRIO DOS PRETOS

Igreja do Rosário

A atual Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos de São Benedito é uma construção de 1946, em estilo barroco. Construída no mesmo local da antiga igreja, demolida em 1931.

A primeira igreja do Rosário foi construída por escravos e para os escravos, inaugurada em 1737, em estilo colonial. Era a terceira igreja de Curitiba, depois da Matriz e da Igreja da Ordem. O nome original era Igreja de Nossa Senhora dos Pretos de São Benedito. Com a abolição da escravatura, a igreja perdeu sua razão original de ser. Serviu de matriz de 1875 a 1893, durante a construção da Catedral, na Praça Tiradentes.

Mais informações sobre cultura negra em Curitiba e o antigo templo►

Em 1951, foi confiada aos jesuítas. Na década de 1970, passou também a ser chamada de Santuário das Almas, onde se realiza com frequência missas de corpo presente.

A fachada atual ainda tem azulejos da igreja original. Seu interior abriga azulejos portugueses, com os Passos da Paixão, e o túmulo do Monsenhor Celso, antigo pároco de Curitiba, falecido em 1931.

Fica na Praça Garibaldi, Centro Histórico.

O PAÇO DA LIBERDADE

Paço da Liberdade

O antigo prédio do Paço Municipal foi restaurado e reinaugurado como Paço da Liberdade, em março de 2009.

Construído de 1914 a 1916 no antigo Largo do Mercado, segundo o projeto do engenheiro e prefeito Cândido de Abreu. O prédio do Paço Municipal foi sede da Prefeitura de Curitiba até 1969 e sede do Museu Paranaense, de 1973 a 2002.

O edifício histórico de arquitetura eclética, com elemento sart-nouveau, foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, em 1941. A restauração manteve todas as características externas do prédio.

O atual Paço da Liberdade é um centro cultural multifuncional administrado pelo SESC Paraná, que obteve a concessão da prefeitura municipal por 25 anos. As atividades culturais incluem cursos, exposições e palestras.

São quatro andares. O térreo possui sala para acesso livre a internetbiblioteca e o Café do Paço. O segundo andar tem sala de aula, o Cine Pensamento e o Laboratório de Artes Eletrônicas. O terceiro pavimento abriga ambientes para conferências, apresentações artísticas e gravações de bandas independentes. O último andar abriga o Espaço das Artes e o Estúdio Pedagógico.

A entrada principal fica na praça Generoso Marques. A entrada do Café do Paço é feita pela praça José Borges de Macedo, no Centro.

http://www.sescpr.com.br/unidades/sesc-paco-da-liberdade/

MUSEU DO EXPEDICIONÁRIO

Museu do Expedicionário

O Museu do Expedicionário, criado em 1946, ilustra a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial e, em especial, a participação dos soldados paranaenses.

Possui farto material histórico, incluindo muitas ilustrações, mapas, livros e documentos da época. Estão expostos vários materiais bélicos e armamentos utilizados na guerra pela Força Expedicionária Brasileira, pela Força Aérea Brasileira e pela Marinha de Guerra do Brasil.

O Museu do Expedicionário é  mantido pela Legião Paranaense do Expedicionário, órgão dos ex-combatentes  que serviram na Força Expedicionária Brasileira, durante a Segunda Grande Guerra.

Na Praça do Expedicionário, local onde fica o museu, estão expostos um tanque de guerra, um avião Thunderbolt e outros equipamentos de guerra utilizados no conflito mundial.

Fica na praça do Expedicionário, Alto da XV.

Universidade Federal do Paraná

UFPR

A UFPR foi criada em 04 dezembro de 1950, pela Lei nº 1.254, em um processo de federalização da antiga Universidade do Paraná, iniciado pelo baiano Clemente Mariani, o Ministro da Educação, na época.

A Universidade do Paraná era uma instituição estadual, fundada em 01 de abril de 1946. Foi a segunda instituição com o nome de universidade criada no Estado. Herdou as unidades da primeira Universidade do Paraná, uma instituição particular, fundada em dezembro de 1912, que começou a funcionar em março de 1913 e extinta antes de 1918, por não atender a requisitos legais da época. Suas unidades foram novamente reunidas quando da fundação da Universidade do Paraná, em 1946.

Localizada na Praça Santos Andrade.

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Universidade Livre do Meio Ambiente

A Universidade Livre do Meio Ambiente, Unilivre, é uma sociedade civil sem fins lucrativos. Um espaço para transferência de conhecimentos sobre o meio ambiente e ecologia, para a população. Uma referência em estudos de preservação de ecossistemas, economicamente sustentáveis.

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A Unilivre foi inaugurada em 1992, com a presença do oceanógrafo Jacques Cousteau. Posteriormente, foi declarada de utilidade pública por lei municipal (1993) e estadual (1996).

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Está encravada no Bosque Zaninelli, que possui 37 mil m². No local, havia uma pedreira explorada pela família Zaninelli, desativada em 1983. O bosque possui densa mata nativa, várias espécies de aves e um lago com de 8 metros de profundidade, onde existem carpas.

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A sede da Unilivre é basicamente uma torre de madeira que integra-se ao meio ambiente. Foi construída com troncos de eucalipto (vigas e pilares) e complementada com imbuia, cambará, cedro e vidro. Uma rampa em espiral dá acesso a salas de aula, escritório e um mirante de 25m. É um projeto do arquiteto Domingos Bongestabs, que também assina o projeto da Ópera de Arame.

Fica na rua Victor Benato, 210. Pilarzinho.

Site oficial: www.unilivre.org.br.

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Cânion de Guartelá

 

Cânion Guartelá é um cânion brasileiro situado no planalto dos Campos Gerais, entre os municípios de CastroTibagi, no Paraná. É considerado um dos maiores cânions do mundo em extensão, o 6° mais longo do mundo e o mais longo do Brasil. O Cânion do Guartelá é uma garganta retilínea com cerca de 30 km de extensão e desnível máximo de 450 metros. Foi escavado pelo Rio Iapó, que pelo cânion consegue atravessar a Escarpa Devoniana, paredão que separa o Primeiro do Segundo Planalto Paranaense.[1] Em 1992 foi criado o Parque Estadual do Guartelá com o objetivo de assegurar a preservação do mesmo.[2] Continuar lendo Cânion de Guartelá

Parque Estadual Vila Velha

Considerado o principal atrativo Natural de ponta Grossa, esta Unidade de Conservação é composta por três principais elementoimagess: Arenitos, que são formações rochosas que apresentam formas variadas, como: a taça, o camelo, entre outras; Furnas, que se caracterizam por grandes crateras com vegetação exuberante e água no seu interior (lençol subterrâneo) e Lagoa Dourada que possui este nome porque ao pôr do sol suas águas ficam douradas.
O Parque Estadual de Vila Velha, que durante os anos de 2002 e 2004 esteve em processo de revitalização, teve algumas de suas áreas recuperadas. Todos os passeios são feitos por trilhas e acompanhados de guias do próprio parque.

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Tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado em 1966, abriga uma fauna variada: lobos-guará (já raros), jaguatiricas, quatis, gatos-do-mato, cachorros-do-mato, iraras, furão, catetos, veados, tatus, pica-paus, pombas, perdizes, tamanduás-bandeira e mirins, diversos tipos de aves, entre outros.

vila_velha5A responsabilidade administrativa do parque é do IAP (Instituto Ambiental do Paraná).
O acesso se dá pela rodovia BR 376 (Ponta Grossa -Curitiba), Km 28 a partir de Ponta Grossa, saída pela Av. Visconde de Mauá ( Oficinas) ou Av. Visconde de Taunay (Ronda).

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Observação: * Transporte coletivo para o Parque Estadual de Vila Velha no Terminal de Oficinas pela LINHA VILA VELHA. Para acesso ao Terminal de Oficinas pode-se pegar a Linha T. Central/ Oficinas no Terminal Central.

Horário de Visitação: 8h30 às 15h30.

* Fechado às terças-feira para manutenção.

Entrada:
– Brasileiros:        R$ 18,00 (Furnas, Arenitos e Lagoa Dourada)
R$ 8,00 (Furnas e Lagoa Dourada)
R$ 10,00 (Arenitos)
– Estrangeiros:    R$ 25,00 (Furnas, Arenitos e Lagoa Dourada)
R$ 10,00 (Furnas e Lagoa Dourada)
R$ 15,00 (Arenitos)
– Estudantes com carteirinha e residentes com comprovante de luz/água/ título de eleitor pagam MEIA-ENTRADA.
– Pessoas acima de 60 anos, crianças até 6 anos e portadores de necessidades especiais são ISENTOS DE TAXA DE ENTRADA.

Telefone: (0** 42) 3228-1138

**Obs:  Os preços acima eram da época dessa postagem, sendo que os mesmos podem estar desatualizados. Entre em contato com a administração do parque para maiores informações.

Passeio De Trem

São 110 quilômetros viajando pela maior área preservada de Mata Atlântica do Brasil e por uma ferrovia com 128 anos de história. O Trem da Serra do Mar Paranaense parte diariamente de Curitiba rumo à cidade de Morretes. São aproximadamente 3 horas de viagem.

Histórico

FERROVIA PARANAGUÁ – CURITIBA

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A construção da ferrovia começou oficialmente em fevereiro de 1880. Considerada impraticável por inúmeros engenheiros europeus da época, a obra teve início em três frentes simultâneas: entre Paranaguá e Morretes (42 km), entre Morretes e Roça Nova (38 km) e entre Roça Nova e Curitiba (30 km)

O objetivo era estreitar a relação entre as cidades do litoral paranaense e a capital do estado, com vistas ao desenvolvimento social do litoral. Além disso, era imprescindível ligar o Porto de Paranaguá aos estados do Sul do Brasil, para que se desse vazão à produção de grãos dos estados e, dessa forma, garantir apoio ao desenvolvimento econômico da região.

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Para a obra, foram recrutados mais de 9.000 homens, que ganhavam entre dois e três mil réis por jornada. A maioria deles vivia em Curitiba ou no litoral, e era composta de imigrantes que trabalhavam na lavoura.

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O esforço e ousadia de trabalhadores braçais, engenheiros e outros profissionais resultou numa das mais ousadas obras da engenharia mundial. Depois de cinco anos, a ferrovia foi inaugurada em 02 de fevereiro de 1885. Participaram da primeira viagem engenheiros, autoridades federais e locais, jornalistas e outros convidados. A viagem entre Paranaguá e Curitiba durou nove horas: ao chegar à Capital, mais de 5.000 pessoas aguardavam o trem. 
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Em seus cento e dez quilômetros de extensão, a ferrovia guarda centenas de obras de arte da engenharia: são 13 túneis ativos e 1 desativado, 30 pontes e inúmeros viadutos de grande vão. Destacam-se a Ponte São João, com 55 metros de altura, e o Viaduto do Carvalho, que liga os túneis 4 e 5, assentado sobre cinco pilares de alvenaria na encosta da rocha – a passagem por esse trecho provoca a sensação de uma viagem pelo ar, como se o trem estivesse flutuando. Foi a primeira obra com essas características a ser construída no mundo.

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Poucos destinos no Brasil têm o valor histórico dos passeios pelos trilhos da Serra Verde Express. É compromisso da Empresa mantê-lo em funcionamento de forma sustentável, com respeito à Serra do Mar que cerca todo o caminho e também às pessoas que fazem possível sua existência: turistas, funcionários da Empresa e outros profissionais do Turismo.

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Bosque Alemão

Situado em uma área de fundo de vale com 38.000m2 no Jardim Schaffer, local onde no final do século passado a família que deu nome ao bairro era responsável por uma leiteria famosa na região, este bosque conta com equipamentos relacionados à cultura germânica, sendo assim uma homenagem do Prefeito Rafael Greca e da cidade de Curitiba à etnia que aqui se estabeleceu no século 19, a partir de 1833.

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Entre os equipamentos está o Oratório de Bach – réplica de uma igreja presbiteriana de estilo neogótico que existiu no bairro do Seminário- que abriga uma sala de concertos, lanchonete com produtos típicos, guarda municipal e sanitários.
Do jardim externo projeta-se a passarela ligada ao mirante, o qual está situado sobre a Torre dos Filósofos, uma torre com 15m de altura que, como os outros dois equipamentos, possui estrutura em troncos de eucalipto. Descendo a torre, chega-se ao Caminho dos Contos, uma trilha no interior do bosque que conduz o visitante à outra extremidade no ponto mais baixo do terreno.

No meio do percurso, que conta a história de “João e Maria” dos irmãos Grimm através de painéis de azulejo, situa-se uma biblioteca denominada Casa da Bruxa (ou Casa de Contos), que é um espaço reservado para desenvolver o interesse pela leitura no público infantil. Diariamente, dezenas de crianças visitam o espaço e participam da “Hora do Conto”, onde bruxas e fadas fazem uma leitura teatralizada de contos infantis. A Casa é administrada pela Secretaria Municipal de Educação.images (1)

Ao final da trilha, chega-se ao último equipamento: o pórtico que reconstitui o frontão da Casa Milla que, construída no início do século na Rua Barão do Serro Azul, representa um dos principais exemplares da arquitetura da imigração alemã. A varanda utilizada na réplica é a original.

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  • Área: 38.000 m2
  • Localização: Rua Francisco Schaffer x Rua Nicolo Paganini x Rua Franz Schubert
  • Bairro: Vista Alegre
  • Ano de Implantação: 1996
  • Acesso: Gratuito
  • Fauna: Morcego, gambá, sabiá, beija-flor, pula-pula, bispo, limpa-folhas.
  • Flora: Canela, espora-de-galo, guabiroba, açoita-cavalo, miguel pintado, timbó, pitangueira, paineira e algumas espécies introduzidas, como o pinus.
  • Equipamentos: Sala de concertos, casa de chá, lanchonete, sanitários, passarela, mirante, torre, biblioteca e portal.

Horário de funcionamento:

Bosque – diariamente das 8:00 às 18:00
Casa da Bruxa – diariamente das 9:00 às 17:00
(Hora do conto – finais de semana às 11:00, às 14:00 e às 16:00)

Ônibus:

  • Jardim Mercês-Guanabara (atrás da Catedral)
  • Interbairros II
  • Primavera e Bracatinga (Travessa Nestor de Castro)