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Reserva Natural Salto Marato

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A Reserva Natural Salto Morato está localizada em Guaraqueçaba, no litoral Norte do Paraná. Em 1994, a área foi comprada com o apoio financeiro da The Nature Conservancy e, no mesmo ano, foi reconhecida como Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN). Desde 1996, é aberta ao público e se tornou uma das atrações turísticas do município de Guaraqueçaba (PR). Em 1999, foi reconhecida pela Unesco como Sítio do Patrimônio Natural da Humanidade.

A Reserva Natural Salto Morato abriga uma área de 2.253 hectares de Mata Atlântica e encontra-se em região com expressiva concentração de espécies de aves endêmicas – ou seja, que ocorrem apenas no bioma -, sendo várias delas ameaçadas de extinção.

O local conta com trilhas interpretativas, alojamento para pesquisadores, centro de visitantes, quiosques, camping, centro de pesquisa e laboratório, além de uma estação meteorológica (no padrão do Sistema Meteorológico do Paraná – SIMEPAR), que registra dados climáticos a cada 15 minutos. Não é permitida a entrada de qualquer animal de estimação ou doméstico incluindo, mas não se limitando a: cachorros, gatos, coelhos e aves de qualquer espécie ou porte. A presença desses animais, mesmo acompanhados de seus donos e com documentação de viagem e carteira de vacinação em dia, pode interferir no equilíbrio e na preservação da reserva.

Desde a sua criação, a Reserva Natural Salto Morato dá apoio a pesquisas científicas, disponibilizando estruturas físicas e de pessoal, até o custeio de despesas com transporte, alimentação ou equipamentos de campo, dependendo do objetivo proposto por cada projeto.

Até hoje, foi registrada a ocorrência de 646 espécies vegetais vasculares, 93 espécies de mamíferos, 325 espécies de aves, 36 espécies de répteis, 61 espécies de anfíbios e 55 espécies de peixes na Reserva Natural Salto Morato.  (Dados fornecidos pela Fundação o Boticário). (Dados fornecidos pela Fundação o Boticário).

Assista o vídeo da reserva e se encante:

  • INGRESSOR$ 10,00 (inteira)
    R$ 5,00 (meia)  (na data desta postagem)
  • CAMPING Diária de R$ 15,00 por pessoa.É necessário reservar com antecedência por telefone ou e-mail.
  • HORÁRIOS: De terça-feira a domingo, das 8h30 às 17h30**  (melhor sempre ligar antes pois pode ocorrer que em alguns períodos a reserva esteja fechada).
  • Recomendamos também não chegar após as 16 horas para fazer a trilha até o salto, embora a trilha seja limpa e sinalizada, levamos próximo de uma hora e trinta para percorre-la (ida e volta).
  • CONTATO: morato@fundacaogrupoboticario.org.br(41) 3375-9671

 

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Universidade Livre do Meio Ambiente

A Universidade Livre do Meio Ambiente, Unilivre, é uma sociedade civil sem fins lucrativos. Um espaço para transferência de conhecimentos sobre o meio ambiente e ecologia, para a população. Uma referência em estudos de preservação de ecossistemas, economicamente sustentáveis.

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A Unilivre foi inaugurada em 1992, com a presença do oceanógrafo Jacques Cousteau. Posteriormente, foi declarada de utilidade pública por lei municipal (1993) e estadual (1996).

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Está encravada no Bosque Zaninelli, que possui 37 mil m². No local, havia uma pedreira explorada pela família Zaninelli, desativada em 1983. O bosque possui densa mata nativa, várias espécies de aves e um lago com de 8 metros de profundidade, onde existem carpas.

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A sede da Unilivre é basicamente uma torre de madeira que integra-se ao meio ambiente. Foi construída com troncos de eucalipto (vigas e pilares) e complementada com imbuia, cambará, cedro e vidro. Uma rampa em espiral dá acesso a salas de aula, escritório e um mirante de 25m. É um projeto do arquiteto Domingos Bongestabs, que também assina o projeto da Ópera de Arame.

Fica na rua Victor Benato, 210. Pilarzinho.

Site oficial: www.unilivre.org.br.

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Carta do ano 2070

Carta do ano 2070 – Advertência à Humanidade – Preservação da Água | Meio Ambiente

Cânion de Guartelá

 

Cânion Guartelá é um cânion brasileiro situado no planalto dos Campos Gerais, entre os municípios de CastroTibagi, no Paraná. É considerado um dos maiores cânions do mundo em extensão, o 6° mais longo do mundo e o mais longo do Brasil. O Cânion do Guartelá é uma garganta retilínea com cerca de 30 km de extensão e desnível máximo de 450 metros. Foi escavado pelo Rio Iapó, que pelo cânion consegue atravessar a Escarpa Devoniana, paredão que separa o Primeiro do Segundo Planalto Paranaense.[1] Em 1992 foi criado o Parque Estadual do Guartelá com o objetivo de assegurar a preservação do mesmo.[2] Continuar lendo Cânion de Guartelá

Parque Estadual Vila Velha

Considerado o principal atrativo Natural de ponta Grossa, esta Unidade de Conservação é composta por três principais elementoimagess: Arenitos, que são formações rochosas que apresentam formas variadas, como: a taça, o camelo, entre outras; Furnas, que se caracterizam por grandes crateras com vegetação exuberante e água no seu interior (lençol subterrâneo) e Lagoa Dourada que possui este nome porque ao pôr do sol suas águas ficam douradas.
O Parque Estadual de Vila Velha, que durante os anos de 2002 e 2004 esteve em processo de revitalização, teve algumas de suas áreas recuperadas. Todos os passeios são feitos por trilhas e acompanhados de guias do próprio parque.

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Tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado em 1966, abriga uma fauna variada: lobos-guará (já raros), jaguatiricas, quatis, gatos-do-mato, cachorros-do-mato, iraras, furão, catetos, veados, tatus, pica-paus, pombas, perdizes, tamanduás-bandeira e mirins, diversos tipos de aves, entre outros.

vila_velha5A responsabilidade administrativa do parque é do IAP (Instituto Ambiental do Paraná).
O acesso se dá pela rodovia BR 376 (Ponta Grossa -Curitiba), Km 28 a partir de Ponta Grossa, saída pela Av. Visconde de Mauá ( Oficinas) ou Av. Visconde de Taunay (Ronda).

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Observação: * Transporte coletivo para o Parque Estadual de Vila Velha no Terminal de Oficinas pela LINHA VILA VELHA. Para acesso ao Terminal de Oficinas pode-se pegar a Linha T. Central/ Oficinas no Terminal Central.

Horário de Visitação: 8h30 às 15h30.

* Fechado às terças-feira para manutenção.

Entrada:
– Brasileiros:        R$ 18,00 (Furnas, Arenitos e Lagoa Dourada)
R$ 8,00 (Furnas e Lagoa Dourada)
R$ 10,00 (Arenitos)
– Estrangeiros:    R$ 25,00 (Furnas, Arenitos e Lagoa Dourada)
R$ 10,00 (Furnas e Lagoa Dourada)
R$ 15,00 (Arenitos)
– Estudantes com carteirinha e residentes com comprovante de luz/água/ título de eleitor pagam MEIA-ENTRADA.
– Pessoas acima de 60 anos, crianças até 6 anos e portadores de necessidades especiais são ISENTOS DE TAXA DE ENTRADA.

Telefone: (0** 42) 3228-1138

**Obs:  Os preços acima eram da época dessa postagem, sendo que os mesmos podem estar desatualizados. Entre em contato com a administração do parque para maiores informações.

Passeio De Trem

São 110 quilômetros viajando pela maior área preservada de Mata Atlântica do Brasil e por uma ferrovia com 128 anos de história. O Trem da Serra do Mar Paranaense parte diariamente de Curitiba rumo à cidade de Morretes. São aproximadamente 3 horas de viagem.

Histórico

FERROVIA PARANAGUÁ – CURITIBA

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A construção da ferrovia começou oficialmente em fevereiro de 1880. Considerada impraticável por inúmeros engenheiros europeus da época, a obra teve início em três frentes simultâneas: entre Paranaguá e Morretes (42 km), entre Morretes e Roça Nova (38 km) e entre Roça Nova e Curitiba (30 km)

O objetivo era estreitar a relação entre as cidades do litoral paranaense e a capital do estado, com vistas ao desenvolvimento social do litoral. Além disso, era imprescindível ligar o Porto de Paranaguá aos estados do Sul do Brasil, para que se desse vazão à produção de grãos dos estados e, dessa forma, garantir apoio ao desenvolvimento econômico da região.

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Para a obra, foram recrutados mais de 9.000 homens, que ganhavam entre dois e três mil réis por jornada. A maioria deles vivia em Curitiba ou no litoral, e era composta de imigrantes que trabalhavam na lavoura.

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O esforço e ousadia de trabalhadores braçais, engenheiros e outros profissionais resultou numa das mais ousadas obras da engenharia mundial. Depois de cinco anos, a ferrovia foi inaugurada em 02 de fevereiro de 1885. Participaram da primeira viagem engenheiros, autoridades federais e locais, jornalistas e outros convidados. A viagem entre Paranaguá e Curitiba durou nove horas: ao chegar à Capital, mais de 5.000 pessoas aguardavam o trem. 
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Em seus cento e dez quilômetros de extensão, a ferrovia guarda centenas de obras de arte da engenharia: são 13 túneis ativos e 1 desativado, 30 pontes e inúmeros viadutos de grande vão. Destacam-se a Ponte São João, com 55 metros de altura, e o Viaduto do Carvalho, que liga os túneis 4 e 5, assentado sobre cinco pilares de alvenaria na encosta da rocha – a passagem por esse trecho provoca a sensação de uma viagem pelo ar, como se o trem estivesse flutuando. Foi a primeira obra com essas características a ser construída no mundo.

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Poucos destinos no Brasil têm o valor histórico dos passeios pelos trilhos da Serra Verde Express. É compromisso da Empresa mantê-lo em funcionamento de forma sustentável, com respeito à Serra do Mar que cerca todo o caminho e também às pessoas que fazem possível sua existência: turistas, funcionários da Empresa e outros profissionais do Turismo.

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Bosque Alemão

Situado em uma área de fundo de vale com 38.000m2 no Jardim Schaffer, local onde no final do século passado a família que deu nome ao bairro era responsável por uma leiteria famosa na região, este bosque conta com equipamentos relacionados à cultura germânica, sendo assim uma homenagem do Prefeito Rafael Greca e da cidade de Curitiba à etnia que aqui se estabeleceu no século 19, a partir de 1833.

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Entre os equipamentos está o Oratório de Bach – réplica de uma igreja presbiteriana de estilo neogótico que existiu no bairro do Seminário- que abriga uma sala de concertos, lanchonete com produtos típicos, guarda municipal e sanitários.
Do jardim externo projeta-se a passarela ligada ao mirante, o qual está situado sobre a Torre dos Filósofos, uma torre com 15m de altura que, como os outros dois equipamentos, possui estrutura em troncos de eucalipto. Descendo a torre, chega-se ao Caminho dos Contos, uma trilha no interior do bosque que conduz o visitante à outra extremidade no ponto mais baixo do terreno.

No meio do percurso, que conta a história de “João e Maria” dos irmãos Grimm através de painéis de azulejo, situa-se uma biblioteca denominada Casa da Bruxa (ou Casa de Contos), que é um espaço reservado para desenvolver o interesse pela leitura no público infantil. Diariamente, dezenas de crianças visitam o espaço e participam da “Hora do Conto”, onde bruxas e fadas fazem uma leitura teatralizada de contos infantis. A Casa é administrada pela Secretaria Municipal de Educação.images (1)

Ao final da trilha, chega-se ao último equipamento: o pórtico que reconstitui o frontão da Casa Milla que, construída no início do século na Rua Barão do Serro Azul, representa um dos principais exemplares da arquitetura da imigração alemã. A varanda utilizada na réplica é a original.

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  • Área: 38.000 m2
  • Localização: Rua Francisco Schaffer x Rua Nicolo Paganini x Rua Franz Schubert
  • Bairro: Vista Alegre
  • Ano de Implantação: 1996
  • Acesso: Gratuito
  • Fauna: Morcego, gambá, sabiá, beija-flor, pula-pula, bispo, limpa-folhas.
  • Flora: Canela, espora-de-galo, guabiroba, açoita-cavalo, miguel pintado, timbó, pitangueira, paineira e algumas espécies introduzidas, como o pinus.
  • Equipamentos: Sala de concertos, casa de chá, lanchonete, sanitários, passarela, mirante, torre, biblioteca e portal.

Horário de funcionamento:

Bosque – diariamente das 8:00 às 18:00
Casa da Bruxa – diariamente das 9:00 às 17:00
(Hora do conto – finais de semana às 11:00, às 14:00 e às 16:00)

Ônibus:

  • Jardim Mercês-Guanabara (atrás da Catedral)
  • Interbairros II
  • Primavera e Bracatinga (Travessa Nestor de Castro)

Museu Oscar Niemayer

O Museu Oscar Niemeyer (MON) é um espaço dedicado à exposição de Artes Visuais, Arquitetura, Urbanismo e Design. Possui cerca de 35 mil metros quadrados de área construída e mais de 17 mil metros quadrados de área expositiva, considerada a maior da América Latina.

O MON foi inaugurado em 2002. O projeto é de autoria do reconhecido arquiteto brasileiro que leva seu nome. O Museu Oscar Niemeyer já realizou ao longo deste período mais de 300 mostras nacionais, internacionais e itinerantes. Com um total de 12 salas expositivas, a cada ano são realizadas mais de 20 mostras, que juntas recebem um público superior a 300 mil visitantes. No fim de dezembro de 2013, MON chegou à marca de 2 milhões de pessoas que visitaram a instituição desde o início da contagem, em 2003.

Com uma equipe multidisciplinar, que visa aproximar e aperfeiçoar a experiência dos visitantes com as artes visuais, o Museu possui o setor de Ação Educativa que atende diariamente estudantes, professores e o público em geral, bem como realiza cursos e oficinas, abertas ao público, com o objetivo de capacitar pessoas no desenvolvimento de trabalhos e projetos.

Documentação, Acervo e Acessibilidade

O MON possui o Centro de Documentação e Referência com um acervo de mais de 9 mil publicações e periódicos para pesquisa. Entre os títulos encontram-se livros sobre história da arte, revistas especializadas, catálogos de exposições, vídeos com depoimentos de artistas e curadores, e um arquivo fotográfico constituído por registros de obras e de artistas paranaenses, que estão sempre disponíveis para livre consulta dos visitantes. O acesso à biblioteca é gratuito e os usuários recebem acompanhamento especializado. O horário de funcionamento é de terça a sexta-feira, das 10h às 18h, e no primeiro domingo do mês das 12h às 18h.

Outro setor importante é a Reserva Técnica e o Laboratório de Conservação e Restauro, onde as obras são armazenadas seguindo critérios internacionais. O acervo do MON possui mais de 3.400 mil peças, composto por obras dos paranaenses Alfredo Andersen, João Turin, Theodoro De Bona, Miguel Bakun, Guido Viaro e Helena Wong, além de Tarsila do Amaral, Cândido Portinari, Oscar Niemeyer, Ianelli, Caribé, Tomie Othake, Andy Warhol, Di Cavalcanti, Francisco Brennand, entre outros.

Quando completou uma década de existência, em 2012, o MON ampliou o acesso gratuito às exposições e o ao horário de funcionamento, reforçando a sua missão social e o seu compromisso com a democratização do acesso e a formação de público.

O espaço foi eleito – também em 2012- um dos 20 museus mais bonitos do mundo pelo guia norte-americano Flavorwire e foi escolhido pelo público do TripAdvisor – maior site de viagens do mundo – um dos principais pontos turísticos de Curitiba. Além disso, o Instituto Paraná Pesquisas realizou um levantamento no final deste ano, que revela que 94% dos entrevistados qualificam o MON como ótimo ou bom, e que 98% pretendem voltar ao museu para uma nova visita. Em 2015, o MON foi escolhido como um dos 10 museus do Brasil para colocar na lista de viagem pelo site de turismo “Pure Viagem”. Nesta lista estão o Museu Imperial, no Rio de Janeiro, o Instituto Inhotim, em Minas Gerais, a Pinacoteca do Estado de São Paulo e o Instituto Ricardo Brennand, em Recife, entre outros.

Prêmio

Em 2013, o projeto “Arte para Maiores” do Museu Oscar Niemeyer (MON) foi contemplado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) com o “Prêmio Modernização de Museus”. O projeto viabiliza a criação de um programa específico de sensibilização para a arte dirigido para o público com mais de 60 anos.

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Histórico

A história do museu teve início em 1967 quando o arquiteto Oscar Niemeyer projetou o que é hoje o prédio principal, inaugurado somente em 1978 e então chamado de Edifício Presidente Humberto Castelo Branco. Em 2001, 23 anos depois de sua inauguração, as autoridades do Estado decidiram transformar a generosa área em museu e, em 22 de novembro de 2002, o edifício deixou de ser sede de secretarias de Estado para se transformar no, inicialmente batizado, Novo Museu.

O prédio passou por adaptações e ganhou um anexo, popularmente chamado de Olho, ambos de autoria do reconhecido arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer.

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Estrutura do complexo do MON

O prédio principal, distribuído em três pisos – subsolo, térreo e primeiro pavimento –, tem estilo moderno e é totalmente estruturado a partir de linhas retas. A estrutura do prédio é de concreto protendido, que permite vencer os grandes vãos da edificação com um enorme arrojo estrutural. A Torre, também conhecida popularmente como “Olho”, totaliza o complexo com seus quatro andares de espaço para exposições.

Além das salas expositivas, a estrutura também dispõe de um auditório, com capacidade para 372 pessoas sentadas; um ambiente exclusivo para realização de eventos externos para 500 pessoas; o MON Loja, com produtos personalizados com a marca do Museu e o MON Café, um ambiente aconchegante para alimentação, encontro e lazer.

O Museu conta ainda com 316 vagas nos dois estacionamentos térreos, um frontal – acessado pela Rua Marechal Hermes – e outro localizado na parte de trás – com acesso pela Rua Manoel Eufrásio.

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Térreo

Na extremidade Norte, está a bilheteria, o MON Café e a MON Loja. Na parte Sul, localiza-se a entrada do Museu e o espaço para o Salão de Eventos.

Primeiro Piso

Com nove salas expositivas, o primeiro piso abriga a maioria das exposições. O ambiente pode ser acessado por meio de escadas, rampas e elevador, facilitando o trânsito de portadores de deficiências.

Subsolo

Neste nível se encontra a exposição permanente de projetos, fotos e maquetes de obras do arquiteto, batizado de Espaço Niemeyer, o Pequeno Auditório, além da sala expositiva Galeria Niemeyer, as salas administrativas, o Espaço da Ação Educativa, onde são realizados cursos e oficinas, o Pátio das Esculturas, que abriga a exposição permanente de algumas obras que pertencem ao acervo do Museu , o Centro de Documentação e Referência, o Laboratório de Conservação e Restauro e a Reserva Técnica. Este último setor é equipado com móveis especiais para a adequada acomodação da coleção do acervo como trainéis, mapotecas e armários deslizantes.

Anexo

Instalado à frente do edifício principal e internamente ligado a ele por um túnel, o anexo reconhecido pela denominação de Olho, tem 30 metros de altura e é composto por quatro pavimentos. O salão principal possui cerca de 1,5 mil metros quadrados para exposições e ainda completam a estrutura o Espaço Araucária e o miniauditório.

Ópera de Arame em Curitiba

Considerado um dos mais belos e importantes pontos turísticos de Curitiba, a Ópera de Arame também se caracteriza como um espaço destinado as mais diversas manifestações artísticas.

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A inauguração aconteceu em 1992 durante o I Festival de Teatro de Curitiba com o espetáculo Sonho de Uma Noite de Verão, de Shakespeare, numa montagem do diretor Cacá Rosset. O objetivo era suprir a dificuldade de se realizar alguns eventos na Pedreira Paulo Leminski em razão da falta de cobertura.Domingos Bongestabs foi o arquiteto responsável pela obra.

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A estrutura formada por tubos de aço e vidro torna a Ópera de Arame um dos grandes cartões postais da capital paranaense. A construção – executada em apenas 75 dias – retrata a vertente da arquitetura moderna na cidade. Há ainda a Parede da Fama em que se encontram placas responsáveis por resgatar e relembrar importantes artistas que já passaram pelo Parque das Pedreiras (Pedreira Paulo Leminski + Ópera de Arame). Destaque para nomes como Paul McCartney, Tom Jobim, Chico Buarque e Roberto Carlos.

A Ópera de Arame foi eleita uma das Sete Maravilhas Brasileiras pelo site de hospedagem Hoteis.com. A pesquisa foi feita em novembro de 2011 com os visitantes cadastrados no site. Foto:Orlando Kissner/SMCS(arquivo)
A Ópera de Arame foi eleita uma das Sete Maravilhas Brasileiras pelo site de hospedagem Hoteis.com. A pesquisa foi feita em novembro de 2011 com os visitantes cadastrados no site.
Foto:Orlando Kissner/SMCS(arquivo)

A Ópera de Arame recebeu ao longo de sua história espetáculos memoráveis. Foi palco de shows, eventos cênicos, encontros, congressos, formaturas, apresentações culturais e eventos em geral.  O espaço cultural contempla uma área equivalente a 04 mil m² com uma capacidade para cerca de 1572 pessoas. Fica na Rua João Gava, 970, bairro Pilarzinho, no Complexo Parque das Pedreiras.

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A sugestão para você conhecer a Ópera de Arame é aproveitar os passeios oferecidos pelas empresas do Núcleo de Turismo Receptivo de Curitiba:

Jens Tours: City tour, podendo ser personalizado de acordo com perfil do cliente, com os principais pontos turísticos de Curitiba, dispomos de serviço de Transfer e gestão em transporte de eventos para sua comodidade. Motoristas e guias bilíngues, frota própria: Vans Micro, ônibus, e carros executivos.jorge@jenstours.com.br • Tel.: 41 3398 1188.

Kuritbike: O Bike Tour Ópera de Arame é um roteiro que conta muito sobre a história de Curitiba. Acontece em ciclovias tranquilas e arborizadas; e permite a passagem por lindos parques e bosques. São eles: Passeio Público; Bosque do Papa; e Parque São Lourenço. Além disso, o passeio ainda contempla o Memorial Árabe; MON; e a Ópera de Arame. Saiba mais.

Serra Verde Express: City Tour – Manhã com visita aos principais pontos de Curitiba. Duração de 3h30. Praça Tiradentes; Catedral Metropolitana; Universidade Federal do Paraná; Teatro Guaíra; Centro Cívico; Museu Oscar Niemeyer; Bosque Alemão; Rua das Flores; Jardim Botânico; Bosque do Papa; Ópera de Arame;Unilivre; Tanguá. Saiba mais.

Special Paraná: O Curitiba City Tour – Intensivo Dia Inteiro te leva uma descoberta por Curitiba que dura 09 horas. Tem caminhada pelo centro da cidade; almoço em Santa Felicidade; visita a Museus e Parques. Saiba mais.

OneTur: O Passeio pela Cidade de Curitiba inclui um tour com 04 horas de duração que irá te levar para os principais e mais belos pontos da capital paranaense.Visitas Externas: Praça Tiradentes; UFPR; Teatro Guaíra; Igreja Nossa Senhora do Perpétuo Socorro; Museu Oscar Niemeyer. Visitas Internas:Jardim Botânico; Bosque do Papa; Ópera de Arame; Unilivre; Parque Tanguá; Relógio das Flores. Saiba mais.

AH Turismo: O City Tour tem como uma das atrações o passeio pelo MON. Além disso, inclui locais como Largo da Ordem, Bosque do Papa, Ópera de Arame,Parque Tanguá, Unilivre, Praça Tiradentes, Catedral, Rua das Flores, Centro Cívico, Jardim Botânico, entre outros.